
Em Olinda convivem duas vocações de seu povo aparentemente conflitantes: a vocação religiosa e a vocação para a folia. Ambas, bem representadas. De um lado pelas dezenas de igrejas, muitas das quais várias vezes centenárias, que quase se comprimem no Sítio Histórico ou se distribuem por outras áreas do município, e por suas concorridas procissões. Do outro lado, pela efervescência que parece não ter fim do seu Carnaval, o maior do mundo. Além das igrejas, a religiosidade do povo de Olinda se manifesta em suas dezenas de capelas e nichos, os famosos "passos", cujos históricos, endereços e horários de visitação estão registrados a seguir.
IGREJAS
Igreja do Rosário dos Homens Pretos de Olinda
Largo do Bonsucesso, 45 - Bonsucesso
Construída na segunda metade do século XVII é a primeira igreja em Pernambuco a possuir irmandade formada por negros. O objetivo dos escravos e de alguns libertos era criar um referencial comum ao branco, adaptando-o às suas crenças originais e língua, pois, ao negro, não eram permitidos o acesso às igrejas dos brancos e a participação em associações, irmandades e confrarias. Em volta da igreja, os negros promoviam folganças denominadas Congos, uma tentativa de resgatar as festas religiosas da África. Em 1702, foi instalado um hospício na igreja idealizado pelo bispo Francisco de Lima. A finalidade era hospedar os missionários responsáveis pela catequese dos índios. Recentemente, em 1998, ao passar por restaurações, foram descobertas pinturas que imitam pedras preciosas e o marmorizado dos altares de madeira das igrejas mais ricas da cidade.
Horário: Segunda à sexta das 9h às 11h e aos sábados das 10h às 21h.
Igreja de São Sebastião
Rua 15 de Novembro, s/n° - Varadouro
F undada em 1686, na subida da Ladeira do Varadouro, a igreja foi construída com recursos do Senado e donativos populares. No final do século XVII, a igreja foi oferecida para sede da irmandade dos soldados, mas foi rejeitada, continuando a Câmara com o encargo de sua manutenção. Já em 1819 foi realizado um grande serviço de restauração e colocadas na fachada principal do templo as armas do Senado da Câmara, que são o globo e a cruz de São Salvador, o padroeiro da cidade. Em 1854 foi cedida à irmandade de Nossa Senhora do Bom Parto. Com o início da República, a igreja foi entregue, em definitivo, à Irmandade do Bom Parto.
Horário: Sábados às 15h, para visitas, e às 17h, para missa.

Igreja de São Salvador do Mundo
Alto da Sé
A Igreja de Nosso Senhor Salvador do Mundo foi a primeira construída no Brasil. Fundada em 1540, tinha sua estrutura inicial em madeira e taipa. A partir de 1584, começou a construção da nova igreja matriz com muitas capelas ao redor. Durante a invasão holandesa, serviu como templo protestante e teve sua estrutura danificada com o incêndio ateado pelo invasor. Depois da Restauração Pernambucana, começaram os trabalhos de reconstrução, passando os atos religiosos a serem realizados na Igreja de São João. Ainda no período de reconstrução, em 1676, foi elevada à categoria de bispado de Olinda sendo inaugurada somente em 1714. A mudança da sede do governo do bispado para o Palácio da Soledade provocou um movimento no sentido de transferir a catedral para o Recife.
Horário: Segunda à sexta-feira das 8h às 12h e das 14h às 17h.
Igreja de Nossa Senhora da Boa Hora
Rua da Boa Hora, s/n° - Amparo
E dificada em 1806, segundo escritura pública de doação de uma casa lavrada na cidade de Olinda por Bernardo Ferreira Viegas e sua mulher D. Elena Maria da Conceição, que também incorporava o referido imóvel ao patrimônio da capela de Nossa Senhora da Boa Hora. A data de 1807, registrada na fachada foi colocada em um dos sucessivos acréscimos que deram origem à atual igreja. No local onde está situada a capela existia um nicho dedicado à mesma padroeira, levantado em meados do século XVIII.
Horário: Missa às quintas-feiras, às 18h; visitas devem ser solicitadas na casa 207, vizinha à igreja.
Igreja e Convento de Santa Tereza
Localização: Avenida Olinda, 570 A - Santa Tereza
A Igreja e o Convento de Santa Tereza foram erguidos em meados de 1660, sob a invocação de Nossa Senhora do Desterro e ocupados pelas Carmelitas Descalças, expulsas em 1831. O estilo é barroco. Os altares da igreja ostentam requintadas talhas, com preciosas imagens dos séculos XVII e XVIII de santeiros pernambucanos. O frontispício é colonial, com uma torre simples e um nicho rebuscado acima da porta principal, abrigando a Santa Madre Tereza de Jesus. Acima do seu nicho, está colocado um brasão da ordem das Carmelitas Descalças. Hoje, o convento abriga um orfanato e o Colégio Santa Tereza.
Horário: Missa ao domingos
Igreja e Convento de Nossa Senhora da Conceição
Localização: Largo da Misericórdia, s/n° - Alto da Sé
O convento é um dos mais antigos do Brasil colonial. Foi abandonado no período da invasão holandesa e reconstruído por iniciativa do mestre-de-campo João Fernandes Vieira, passando a funcionar como casa religiosa de recolhimento para mulheres abandonadas. A Igreja de Nossa Senhora da Conceição tem como principal atração a histórica imagem barroca de Nossa Senhora da Conceição. A imagem possui uma riquíssima pintura em ouro e policromia com um pedestal formado por um bloco de anjos com a representação da Lua. O toque final da imagem é uma coroa de prata.
Horário: Abre de segunda à sexta-feira das 8h às 11h e da 14h às 16h.
Igreja de Nossa Senhora das Neves, Capela de São Roque e Convento de São Francisco
Localização: Ladeira de São Francisco, 280 - Carmo
O conjunto do Convento de São Francisco é formado pela Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque e o claustro de azulejos e sua magnífica sacristia. Começou a ser construído em 1585. É convento franciscano mais antigo do Brasil. A igreja foi incendiada pelos invasores holandeses no ano de 1631 e reconstruída ainda no século XVII. Em frente ao convento existe um cruzeiro trabalhado em pedra arenito retirada de nossos arrecifes. O forro da igreja tem com pinturas do século XVIII.
Horário: Segunda a sexta das 7h às 11h30 e das 14h às 17h; sábado das 7h às 12h; missas às terças-feiras, às 19h; sábado às 17h e domingo às 8h.
Basílica e Mosteiro de São Bento
Localização: Rua de São Bento, s/n° - Varadouro
O Mosteiro de São Bento é o segundo construído em terras brasileiras. Sua construção data do século XVI e possui uma característica peculiar que é a de ser São Bento, ao mesmo tempo, padroeiro da Abadia e do Mosteiro. O Mosteiro de São Bento não passou despercebido dos invasores holandeses e foi destruído pelos mesmos em 1631. Por esse e por outros motivos o Mosteiro não possui um estilo arquitetônico definitivo. A fachada da igreja é composta por um brasão e uma torre sineira do século XVIII. Destaca-se também o requintado altar-mor com arquivoltas do barroco brasileiro. Toda em madeira revestida em ouro, no trono principal do altar, encontra-se a imagem do patriarca São Bento. A sacristia conventual é a mais rica das igrejas de Olinda com elaboradas talhas douradas, espelhos de cristais e painéis, mostrando a vida penitente de São Bento. Suas portas são almofadadas em alto-relevo e emolduradas em pedra.
Horário: Visita das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h; sábado missa às 6h30 e às 18h.
Igreja e Mosteiro de Nossa Senhora do Monte
Localização: Praça Nossa Senhora do Monte, s/n° - Monte
A Igreja de Nossa Senhora do Monte é uma das mais antigas de Olinda. Construída em meados do século XVI, seu interior é rústico, não possuindo nada de barroco. É composto apenas de um altar-mor simples e um oratório que ostenta a imagem da padroeira Nossa Senhora do Monte. Na última década do século XVI, a igreja foi doada aos monges beneditinos.
Horário: Abre para ofícios.
Igreja de São Pedro Apóstolo
Localização: Praça João Alfredo, s/n° - Carmo
A Igreja de São Pedro Apóstolo tem sua construção posterior à restauração pernambucana, provavelmente, nos fins da metade do século XVII. Contudo, a instalação de sua irmandade na cidade de Olinda é anterior à construção de sua igreja, datando de 1711. Sabe-se, que inicialmente a irmandade de São Pedro Apóstolo se instalou na matriz de São Pedro Mártir, passando depois para a igreja de São Pedro Apóstolo. Hoje a irmandade inexiste, apesar de ter funcionado durante muito tempo na cidade.
Horário: Abre para missas em horário variados.
Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe
Localização: Praça Miguel Canuto, s/n° - Guadalupe
É uma das poucas igrejas da América do Sul sob invocação da padroeira do México. Foi construída pela devoção dos homens pardos libertos ou escravos da Vila de Olinda entre os aos de 1626 a 1629. Na época de sua construção, Portugal fazia parte do governo espanhol e talvez por isso a predileção pela santa da devoção espanhola. A igreja abriga até os dias de hoje, a irmandade de Nossa Senhora de Guadalupe, tendo servido também de sede à irmandade de Nossa Senhora do Bom Parto até 1854, quando foi transferida para a Igreja de São Sebastião.
Horário: Terças e sextas-feiras das 15h às 17h.
Igreja de São Sebastião
Localização: Rua 15 de Novembro, s/n° - Varadouro
No século XVII irrompe na América do Sul uma epidemia de febre amarela urbana chamada "Cólera Norbus", atingindo algumas cidades brasileiras e, entre elas, Olinda. O então governador João Fernandes Vieira ordenou que se fizesse uma procissão penitente a São Sebastião, para exterminar para sempre a peste. Em 1686 foi iniciada a construção da igreja dedicada ao mártir protetor contra a peste, a fome e a guerra. O interior é simples e seus altares não têm a exuberância do barroco, por ter passado por várias reformas. O altar principal ostenta a esplendorosa imagem do padroeiro, trazida de Portugal no século XVIII. A igreja é marcada pelo estilo colonial português.
Horário: Abre aos sábados para visitas às 15 hora; missa às 17h.
Igreja do Bom Jesus do Bonfim
Localização: Rua do Bonfim, s/n° - Carmo
A sua construção data de 1758, quando um morador da localidade, Pinheiro da Fontoura, pede permissão para fundar uma igreja dedicada ao Senhor do Bonfim. Merece atenção o altar-mor e as imagens da igreja.
Horário: Abre para missas em horários variados.
Igreja Santo Antônio do Carmo
Localização: Praça do Carmo - Carmo
P rimeira igreja da Ordem dos Carmelitas a ser construída em terras brasileiras, provavelmente, no período de 1580 à 1620. No século XVIII passou por restaurações. A fachada da Igreja do Carmo é em estilo colonial renascentista, com colunas, portas e janelas trabalhadas. O seu altar-mor contém três nichos: o central com a imagem barroca do seu padroeiro e os laterais, dedicados aos santos fundadores da Ordem dos Carmelitas, Santo Elias e Santo Eliseu. Nos corredores laterais do templo encontram-se vários altares com grandes quadros a óleo sobre madeira com imponentes molduras.
Igreja de São José dos Pescadores
Localização: Rua do Sol - Carmo
Conta-se que a imagem de São José foi encontrada por pescadores do lugar, onde foi levantada uma ermida. Em 1901, data da fachada, tornou-se Capela e, em 1936, foi novamente ampliada. No frontão, uma estrela do mar.
Horário: missas nas quintas-feiras, às 17h.
Igreja da Misericórdia
Localização: Alto da Misericórdia, s/n° - Amparo
A Igreja Nossa Senhora da Luz e a Santa Casa da Misericórdia foram construídas em 1540. Em 1630, a Igreja foi saqueada pelos holandeses e incendiada, mas foi restaurada em 1654. Contígua à Igreja está a Academia Santa Gertrudes, um colégio fundado em 1912, pela Associação de Instrutoras Missionárias. No interior da Igreja, há preciosidades em talha, como o púlpito e o forro.
Horário: todos os dias, das 11h45 às 12h30 e das 18h às 18h30.
Igreja São João Batista dos Militares
Localização: Rua da Saudade, s/n° - Amparo
A Igreja de São João batista de Olinda foi construída na segunda metade do século XVI. O interior é simples, conservando a capela e o altar-mor, onde se encontra o padroeiro São João Batista. O frontispício é muito sóbrio, com uma só torre e um interessante brasão acima da porta central.
Horário: missa às quintas-feiras, às 19h30.
Seminário de Olinda e Igreja de Nossa Senhora da Graça
Localização: Rua Bispo Coutinho, s/n° - Alto da Sé
C onjunto arquitetônico, formado pela Igreja de Nossa Senhora da Graça e pelo antigo Seminário, está no ponto mais alto de Olinda. Foi preservada até hoje a modulação clássica da Igreja de Nossa Senhora da Graça, que a transforma no maior e melhor testemunho da arquitetura jesuítica do século XVI no Brasil. Em 1535, Duarte Coelho fundou a ermida de N. Sra. da Graça para oferecer aos religiosos de Santo Agostinho. Esses, no entanto, não chegaram ao Brasil. Em seu lugar, vieram os jesuítas. A capela foi, então, doada ao padre Antônio Pires, que desembarcou em Olinda em 1551. A construção, inspirada na Igreja de São Roque, em Lisboa, é uma importante referência da arquitetura quinhentista. Castigado pelo incêndio da cidade, o colégio foi posteriormente reconstruído e reocupado pelos jesuítas. No arco da capela-mor, há uma inscrição com a data de 1661, provavelmente, a época da conclusão dos reparos. Com o banimento dos jesuítas, em 1760, o colégio foi abandonado e, posteriormente, doado à Mitra. Sob os cuidados do bispo D. Azeredo Coutinho foi transformado em seminário no princípio do século XIX.
Horário: abre de 2 a a 6 a feira, às 6h50 para missas e das 14h30 às 16h para visitação.
Igreja da Santa Cruz dos Milagres
Localização: Rua Santa Cruz dos Milagres - Milagres
Conta-se, que durante as missões realizadas na Sé de Olinda, em ano de dura seca, um pastor de gado recebeu uma mensagem divina revelando a localização de uma fonte de água doce. Em ação de graças, foi construída, por cima do olho d´água, uma capelinha. Outra versão relata que, durante a estiagem, um boi pastando encontrou água potável para saciar-lhe a sede. O povo considerou um milagre todo aquele manancial e construiu uma cacimba, para abastecer a cidade. As Missões foram transferindo-se para a cacimba do Milagre, onde uma cruz foi colocada. O local virou ponto de romaria.No entanto, as referências consistentes são muito escassas. Sabe-se, que em 1950, realmente foi edificado um cruzeiro em agradecimento ao surgimento da fonte de água potável. Uma capelinha foi construída no local, até que, em 1862, começou a ser erguida uma capela de porte regular, ao lado da cruz. Daí o nome do povoado que surgiu na região: Santa Cruz dos Milagres.
Hoje a Igreja mostra um frontispício simples, uma torre sineira e portal central. No altar-mor, encontram-se uma imagem de Nossa Senhora das Dores e um busto do Salvador do Mundo, ladeados por São José e Nosso Senhor. Existem, ainda, dois altares laterais, com as imagens de Nossa Senhora dos Milagres e de vários outros santos. A cacimba continua vertendo água, mas está abandonada.
Horário: Missa aos sábados, às 15h.
Igreja de Nossa Senhora do Amparo
Localização: Largo do Amparo, s/n° - Amparo
A primitiva Igreja de Nossa Senhora do Amparo foi fundada por rapazes solteiros e músicos , entre os anos de 1550 e 1560. Foi parcialmente destruída pelos holandeses em 1631. A data da fachada, 1644, marca sua reconstrução. Dois painéis de madeira compõem os altares laterais: à esquerda, o Cristo; à direita, a padroeira dos músicos, Santa Cecília. Sua última restauração, 1992, fez aflorar o colorido barroco de seus altares, acima do arco-cruzeiro, painel de azulejos franceses.
Horário: Abre para visita das 7h30 às 13h30. Missa aos domingos, às 17h
CAPELAS
Capela de São Pedro Advíncula
Localização: Rua 13 de Maio, s/n° - Varadouro
C onstrução iniciada por volta de 1764 com parte integrante do Aljube (cadeia eclesiástica), hoje Museu de Arte Contemporânea. Os presos dela se serviam para assistirem às missas. A capela possui duas divisões, uma para celebração e fiéis; outra posterior, servindo de sacristia. O estilo é colonial. No seu interior, um altar com talhas Dom João V e um belo quadro de São Pedro. O quadro de São Pedro representa "Ele na prisão e um anjo tira-lhe as algemas, libertando-o".
Capela de Santa Ana do Engenho Fragoso
Localização: antigo Engenho Fragoso - Cidade Tabajara
Localizada na Base Rural de Olinda, na estrada que vai até Paulista, a capela é posterior à construção do engenho. A propriedade foi, provavelmente, um presente de Jerônimo de Albuquerque (cunhado do 1 o . donatário de Pernambuco), à sua filha Joana de Albuquerque, na ocasião de seu casamento com Álvaro Fragoso, fidalgo de Portugal. Somente por volta do século XIX, a Igreja de Santa Ana é mencionada. No frontispício das atuais ruínas na igreja, está gravada a data de 1845, que sugere uma reforma naquele ano. No século XX, a propriedade perdeu totalmente seu caráter produtivo e a capela foi abandonada. Após reformas empreendidas no século XX, a igreja possuía portada de estilo neoclássico e frontão eclético. A capela manteve-se funcionando, mesmo de forma precária, até a venda do Engenho, em 1951. No local, foi construído um núcleo de casas populares: a Vila Cidade Tabajara. Os últimos resquícios do antigo engenho são as ruínas do antigo forno de cal e o que restou da capela, que conserva ainda os traços singelos, que marcam uma época.
PASSOS DE OLINDA
Os passos são pequenas capelas em alvenaria, construídas entre 1773 e 1809. Abrem durante a Quaresma, para a Procissão dos Passos, que é uma reconstituição do caminho do Senhor até o Calvário. No interior dessas capelas, há apenas um pequeno altar, onde são colocadas as imagens do Senhor dos Passos em procissão. Também chamados de nichos, os Passos de Olinda têm, certamente, origem colonial. São eles:
Passo da Sé - É o primeiro no roteiro da procissão. Está localizado na Rua Bispo Coutinho, no Sítio Histórico de Olinda. Esse nicho é dotado de uma porta almofadada, adornada com volutas e arabescos. A imagem representa o Senhor do Monte das Oliveiras, esculpida em madeira de cedro, em estilo barroco. Avalia-se que a imagem seja do século XIX. Foi construído em 1809.
Passo do Amparo - É o segundo passo da procissão. Localizado dentro da Igreja do Amparo. Nele, acontece o encontro com Nossa Senhora. Data de 1773.
Passo dos Quatro Cantos - Lá, encontra-se o Nosso Senhor Sentado na Pedra Fria, imagem do século XIX, de procedência desconhecida. É o terceiro no roteiro da procissão. Construído em 1773.
Passo da Ribeira - Situado na Avenida Bernardo Vieira de Melo, representa o Senhor carregando a Cruz (1773). Lá está a Imagem de Nosso Senhor do Bom Jesus dos Passos, de procedência portuguesa, provavelmente do século XVIII.
Passo do Senhor Apresentado ao Povo - Com o duplo nome de Passo do Senhor Apresentado ao Povo e Passo do Castelhano, data de 1733. O pequenino nicho que fica na esquina da Rua 27 de Janeiro e abre todos os anos para a procissão do Senhor dos Passos. Possui a Imagem do Nosso Senhor Atado, provavelmente do início do século XIX, de procedência desconhecida. Em cada Passo, durante a Procissão, o andor simula uma queda, e, no 5 o . Passo, ele declina mais duas vezes, para completar as sete quedas.





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