Centro Espiritualista Luz de Aruanda
Dirigente: Mãe Luzia Nascimento Tel:(81) 9164-8961
Endereço: Rua Porto Estrela, n°65 Bairro: Estância
Cidade: Recife
CEP: Estado: PE
E-mail: luzianascim@gmail.com
Web site:
Ilê Axé Reino de Iemanjá Ogunté
Nação: Nagô com ketu
Dirigente: Mario Sergio F. dos Santos Tel:(81) 8898-8896
Endereço: Rua Nossa Senhora da Conceição, n°85 Bairro: Comportas
Cidade: Jaboatão dos Guararapes CEP: Estado: PE
E-mail: mariodaogunte@bol.com.br
Web site: http://www.orkut.com/community.aspx?cmm=15387467
Ilê Axé Vodun Oyá Topé
Nação: ketu e Jeje
Dirigente: Babalorixá Paulo de Oyá Topé Tel:(81) 3075-1257
Endereço: Rua Evaristo Carneiro Leão, n°131 Bairro: Boa Viagem
Cidade: Recife CEP: 51030-720 Estado: PE
E-mail: paulodeoya@bol.com.br
Web site: http://www.paulodeoya.xpg.com.br/index.html
Ilê Azansu Rumpá Toloji
Nação: Jeje
Dirigente: Babalorixá Andre Luiz Andrade Correia Tel:(81) 3438-0167
Endereço: Rua 87, n°86 Bairro: Maranguape I
Cidade: Paulista CEP: 53441360 Estado: PE
E-mail: santoseandrade@hotmail.com
Web site:
Cultos: Sábados as 16:00hs
Olorún Jetiún Asé - Deus é Nossa Força
Nação: Nagô - (Jurema)
Dirigente: Babalorisá Josemilton Jose da Costa Tel:(81) 9977-9141
Endereço: Rua Severiano José Ramalho, n°81 Bairro: Guadalupe
Cidade: Olinda CEP: 53020-250 Estado: PE
E-mail: paimilton@hotmail.com
Web site:
Sociedade Cultural e Religiosa Ogun e Oya
Nação: Nago Vodun Kipo Manjare
Dirigente: Babalorixa Gilmar D'Ogun e Yalorixa Airan D'Oya Tel:(81) 3519-4154
Endereço: Rua Trinta e Dois, n°149 Bairro: Pq. Capibaribe
Cidade: São Lourenço da Mata CEP: 54720-195 Estado: PE
E-mail: agbeede@yahoo.om.br
Web site:
Ylê Axé Xangô Ayrá
Nação: Nagô
Dirigente: Babalorixá Pai Véu
Tel:(81) 9977-9141
Endereço: Rua Santa Tereza, n°199 Bairro: Santa Tereza
Cidade: Paudalho CEP: 55825-000 Estado: PE
E-mail: yle_xangoayra@yahoo.com.br
Web site:
Terreiro obá ogunté ou pai adão
nação:xamgô de pernambuco(nagô)
cidade:recife
E-mail:
Web site:
Endereço: Estrada Velha de Água Fria, nº 1644
Pernambuco tem mais de 300 terreiros de xangô tipo de nagô pernambucano que trabalha com a jurema sagrada a maioria não estão cadastrados
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Agenda da Casa de nação Xambá
Confira os toques e demais comemorações da Nação Xambá em 2008
20 de janeiro - Toque de Obaluayê
24 de fevereiro - Toque de Oxum/Saída de 3 Iaôs: Luci de Oxum, Dona Lia de Oxum e Mô de Oxum.
27 de abril - Toque de Ogum
25 de maio - Toque de Yemanjá
15 de junho - Toque de Xangô
29 de junho - Coco da Xambá - 10:00 às 20:00 - Aniversário de Mãe Biu
27 de julho - Toque de Orixalá
06 de agosto - Aniversário do Babalorixá da Casa - Ivo
24 de setembro - Dia do Quilombo do Portão do Gelo
28 de setembro - Toque de Beji
26 de outubro - Toque do Inhame
20 de novembro - Dia da Consciência Negra
13 de dezembro - Louvação de Oyá - 12:00
14 de dezembro - Toque de Oyá
- Os Toques sempre são as 16 horas da tarde. Em todos os toques é servido aos filhos de santo da casa e aos convidados um café com manguzá, que é tradição da casa.
Aos visitantes:
- Não será permitido uso de roupas pretas
- O homem deve se vestir de calça (nunca bermuda, short ou camiseta regata)
- A mulher deve se vestir de saia ou vestido abaixo do joelho (nunca de calça nem camiseta)
Rua Severina Paraíso da Silva, 65 - Portão de Gelo - São Benedito - Olinda (PE) CEP: 53.270-360
Fones: (81) 3451.4868 (Ivo) - 3443.1115 (Cacau)
20 de janeiro - Toque de Obaluayê
24 de fevereiro - Toque de Oxum/Saída de 3 Iaôs: Luci de Oxum, Dona Lia de Oxum e Mô de Oxum.
27 de abril - Toque de Ogum
25 de maio - Toque de Yemanjá
15 de junho - Toque de Xangô
29 de junho - Coco da Xambá - 10:00 às 20:00 - Aniversário de Mãe Biu
27 de julho - Toque de Orixalá
06 de agosto - Aniversário do Babalorixá da Casa - Ivo
24 de setembro - Dia do Quilombo do Portão do Gelo
28 de setembro - Toque de Beji
26 de outubro - Toque do Inhame
20 de novembro - Dia da Consciência Negra
13 de dezembro - Louvação de Oyá - 12:00
14 de dezembro - Toque de Oyá
- Os Toques sempre são as 16 horas da tarde. Em todos os toques é servido aos filhos de santo da casa e aos convidados um café com manguzá, que é tradição da casa.
Aos visitantes:
- Não será permitido uso de roupas pretas
- O homem deve se vestir de calça (nunca bermuda, short ou camiseta regata)
- A mulher deve se vestir de saia ou vestido abaixo do joelho (nunca de calça nem camiseta)
Rua Severina Paraíso da Silva, 65 - Portão de Gelo - São Benedito - Olinda (PE) CEP: 53.270-360
Fones: (81) 3451.4868 (Ivo) - 3443.1115 (Cacau)
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David Mayk Rodrigues de Lima
Inesquecíveis
Artur Rosendo
Artur Rosendo Pereira (? - 1949), de Orixalá, natural de Maceió, foi iniciado pelo Mestre Inácio, tendo ido à Costa da África buscar os Axés, em Dakar, no Senegal, com Tio Antônio, vendedor de panelas no mercado local. Migrou de Alagoas para o Recife, no início da década de 1920, fugindo da perseguição aos terreiros, introduzindo em Pernambuco, os ritos e tradições da Nação Xambá. Abre sua casa na rua da Regeneração, em Água Fria. Na década de 1930, é um dos grandes Babalorixás do Recife, contemporâneo de Pai Adão, Anselmo e Oscar, dentre outros. Ao falecer, em 1950, deixa inúmeras casas abertas por suas filhas de santo que, posteriormente, migraram para a Nação Nagô, exceto algumas poucas, como Mãe Biu.
Maria Oyá
Maria das Dores da Silva (1900-1939), começou a freqüentar o Terreiro de Artur Rosendo, em 1925. Filha de Juvenal e Inocência, em 1927, é iniciada por Artur Rosendo, passando a cultuar os Orixás em sua casa, na Rua do Limão, em Campo Grande, no Recife. Inaugura seu Terreiro em 7 de junho de 1930, na Rua da Mangueira, no mesmo bairro. Em 1932, inicia seus primeiros yaôs, dentre os quais, seu cunhado José Francelino do Paraíso, pai de Mãe Biu. No mesmo ano, a 13 de dezembro, faz seus últimos rituais, com recebimento de folhas, faca, espada e coroação de Oyá, no trono. Em maio de 1938, sua Casa é fechada , na onda de repressão às casas de culto afro-brasileiros, empreendida pelo Estado Novo. Falece um ano depois, profundamente desgostosa com o que aconteceu à sua Casa. Topo
Mãe Biu
Severina Paraíso da Silva (1914-1993), de Ogum. Filha de Petronila Maria do Paraíso e José Francelino do Paraíso, que ao enviuvar, casou-se com Maria do Carmo Paraíso, Madrasta, irmã de Maria Oyá. Foi iniciada por Artur Rosendo e Maria Oyá, em 1934. Com o fechamento do Terreiro, em 1938, e o falecimento de Maria Oyá , no ano seguinte, fica com a responsabilidade de manter o culto aos Orixás, às escondidas, até a reabertura da Casa, em 16 de junho de 1950, em Santa Clara. Em 1951, inaugura a sede definitiva do Terreiro, na localidade do Portão do Gelo, em São Benedito, Olinda. Foi a grande responsável , juntamente com sua irmã Tila, pela sobrevivência e preservação das tradições religiosas da Nação Xambá em Pernambuco. Mãe Biu do Portão do Gelo, como ficou por todos conhecida, tinha personalidade forte e cativante, era respeitada e reconhecida como uma grande Yalorixá, uma verdadeira Mãe de Santo, querida e inesquecível. É, sem dúvida, a personalidade mais marcante da Nação Xambá. Topo
Mãe Tila
Donatila Paraíso do Nascimento (1912-2003), de Orixalá, filha de José Francelino do Paraíso e Petronila Maria do Paraíso, irmã de Mãe Biu, iniciada por Artur Rosendo e Maria Oyá, em 1932, tornando-se a Madrinha da Casa (Mãe Pequena), no ano seguinte. Juntamente com Mãe Biu, foi a responsável pela preservação das tradições da Nação Xambá em Pernambuco, tendo dedicado mais de 70 anos de sua vida ao culto aos Orixás, com fidelidade e respeito admiráveis. Assumiu a direção do Terreiro, sucedendo Mãe Biu. Com sua morte, desapareceu a última testemunha da fundação do terreiro e a maior fonte de informações sobre a história e a cultura do Povo Xambá. Topo
Maria do Carmo Paraíso
Conhecida por todos como Madrasta (1907-1968), filha de Juvenal e Inocência e irmã de Maria Oyá, casada com José Francelino, viúvo e pai de Mãe Biu e Mãe Tila. Foi a primeira Oxum da Casa de Maria Oyá, iniciada em 1932. Topo
Tia Laura
Laura Eunice Batista (1925-1996), de Oxum, cuja família faz parte da Casa de Maria Oyá desde sua fundação. Filha de João Amâncio Batista e Maria Clara Batista. Estefânia, sua tia Ester, foi o primeiro Xangô do Terreiro. Tia Laura viveu na Casa de Mãe Biu desde a reabertura, em 1950, sendo iniciada no ano seguinte, tornando-se a grande Yabá da Casa, responsável pela cozinha dos Orixás. Sua bela voz, cantando para os Orixás, ecoando nos toques, é inesquecível e deixou muita saudade. Por décadas, formou com Mãe Biu e Mãe Tila, excepcional trio de grandes mulheres da Casa de Oyá. Topo
Padrinho Pedro
José Pedro Batista (1923-1995), de Oxum, irmão de Tia Laura, filha de João Amâncio Batista e Maria Clara Batista. Talentoso artista, confeccionava adereços para os iaôs e ornamentos para o Peji. Foi Acipa ou Padrinho da Casa (Pai Pequeno), muito sério no cumprimento dos seus deveres, extremamente responsável e dedicado ao culto aos Orixás, sendo por isso querido e respeitado por todos, na Casa de Mãe Biu. Topo
Tia Luíza
Maria Luíza de Oliveira (1925-1989), de Oxum, filha de Madrasta e José Francelino do Paraíso, irmã de Mãe Biu, iniciada em 1951. Personalidade marcante, alegre, festeira, e líder comunitária nata, tendo fundado e mantido em sua casa, a 1ª Associação de Bairro dos Moradores do Jardim Beberibe, em 1986. Topo
Tio Luiz
Luiz de França Paraíso (1926-1996), de Xangô, filho de Madrasta José Francelino do Paraíso, irmão de Mãe Biu, iniciado em 1953. Conhecido por todos como Alegria, devido ao seu senso de humor e fama de grande contador de histórias. Sempre presente nas obrigações, ocasiões em que, na porta do Peji, cantava as toadas, para que todos respondessem.
Topo
Tia Betinha
Maria José Paraíso (1923-1996), filha de Madrasta e enteada de José Francelino do Paraíso, sobrinha de Maria Oyá. Foi iniciada aos 11 anos, em 1934. Por todos é lembrada como a Yemanjá da Casa, posição que ocupou por mais de 60 anos. Topo
Pai Tonho
Antônio Lino da Silva, filho de Lino José da Silva e Venância Maria da Silva, cunhado de Mãe Biu, iniciado em 1957. Embora tímido e reservado, durante os toques, transformava-se em grande cantador de toadas para os Orixás. Topo
José Francelino
José Francelino do Paraíso (?-1952). Com sua primeira esposa, Petronila Maria do Paraíso, foi o pai de quatro filhas, Donatila (Mãe Tila), Severina (Mãe Biu), Maria e Antônia. Ficando viúvo, casa-se com Maria do Carmo (Madrasta), irmã de Maria Oyá, sendo pais de Maria José (Tia Betinha), Maria Luíza (Tia Luíza), Luiz de França (Tio Luiz), Maria de Lourdes (Tia Lourdes), Bartolomeu e Juvenal. Filho de Ogum, foi o primeiro yaô, iniciado em 1932, e também o primeiro Padrinho da Casa de Maria Oyá. Na reabertura do Terreiro, em 1950, sob a direção de Mãe Biu, continuou com Padrinho. Topo
José Cavaquinho
José Soares Ribeiro, conhecido por Cavaquinho, filho de Xangô e um dos primeiros yaôs de Mãe Biu, iniciado em 1950. Após o falecimento de José Francelino, torna-se o Padrinho do Terreiro. Topo
Artur Rosendo Pereira (? - 1949), de Orixalá, natural de Maceió, foi iniciado pelo Mestre Inácio, tendo ido à Costa da África buscar os Axés, em Dakar, no Senegal, com Tio Antônio, vendedor de panelas no mercado local. Migrou de Alagoas para o Recife, no início da década de 1920, fugindo da perseguição aos terreiros, introduzindo em Pernambuco, os ritos e tradições da Nação Xambá. Abre sua casa na rua da Regeneração, em Água Fria. Na década de 1930, é um dos grandes Babalorixás do Recife, contemporâneo de Pai Adão, Anselmo e Oscar, dentre outros. Ao falecer, em 1950, deixa inúmeras casas abertas por suas filhas de santo que, posteriormente, migraram para a Nação Nagô, exceto algumas poucas, como Mãe Biu.
Maria Oyá
Maria das Dores da Silva (1900-1939), começou a freqüentar o Terreiro de Artur Rosendo, em 1925. Filha de Juvenal e Inocência, em 1927, é iniciada por Artur Rosendo, passando a cultuar os Orixás em sua casa, na Rua do Limão, em Campo Grande, no Recife. Inaugura seu Terreiro em 7 de junho de 1930, na Rua da Mangueira, no mesmo bairro. Em 1932, inicia seus primeiros yaôs, dentre os quais, seu cunhado José Francelino do Paraíso, pai de Mãe Biu. No mesmo ano, a 13 de dezembro, faz seus últimos rituais, com recebimento de folhas, faca, espada e coroação de Oyá, no trono. Em maio de 1938, sua Casa é fechada , na onda de repressão às casas de culto afro-brasileiros, empreendida pelo Estado Novo. Falece um ano depois, profundamente desgostosa com o que aconteceu à sua Casa. Topo
Mãe Biu
Severina Paraíso da Silva (1914-1993), de Ogum. Filha de Petronila Maria do Paraíso e José Francelino do Paraíso, que ao enviuvar, casou-se com Maria do Carmo Paraíso, Madrasta, irmã de Maria Oyá. Foi iniciada por Artur Rosendo e Maria Oyá, em 1934. Com o fechamento do Terreiro, em 1938, e o falecimento de Maria Oyá , no ano seguinte, fica com a responsabilidade de manter o culto aos Orixás, às escondidas, até a reabertura da Casa, em 16 de junho de 1950, em Santa Clara. Em 1951, inaugura a sede definitiva do Terreiro, na localidade do Portão do Gelo, em São Benedito, Olinda. Foi a grande responsável , juntamente com sua irmã Tila, pela sobrevivência e preservação das tradições religiosas da Nação Xambá em Pernambuco. Mãe Biu do Portão do Gelo, como ficou por todos conhecida, tinha personalidade forte e cativante, era respeitada e reconhecida como uma grande Yalorixá, uma verdadeira Mãe de Santo, querida e inesquecível. É, sem dúvida, a personalidade mais marcante da Nação Xambá. Topo
Mãe Tila
Donatila Paraíso do Nascimento (1912-2003), de Orixalá, filha de José Francelino do Paraíso e Petronila Maria do Paraíso, irmã de Mãe Biu, iniciada por Artur Rosendo e Maria Oyá, em 1932, tornando-se a Madrinha da Casa (Mãe Pequena), no ano seguinte. Juntamente com Mãe Biu, foi a responsável pela preservação das tradições da Nação Xambá em Pernambuco, tendo dedicado mais de 70 anos de sua vida ao culto aos Orixás, com fidelidade e respeito admiráveis. Assumiu a direção do Terreiro, sucedendo Mãe Biu. Com sua morte, desapareceu a última testemunha da fundação do terreiro e a maior fonte de informações sobre a história e a cultura do Povo Xambá. Topo
Maria do Carmo Paraíso
Conhecida por todos como Madrasta (1907-1968), filha de Juvenal e Inocência e irmã de Maria Oyá, casada com José Francelino, viúvo e pai de Mãe Biu e Mãe Tila. Foi a primeira Oxum da Casa de Maria Oyá, iniciada em 1932. Topo
Tia Laura
Laura Eunice Batista (1925-1996), de Oxum, cuja família faz parte da Casa de Maria Oyá desde sua fundação. Filha de João Amâncio Batista e Maria Clara Batista. Estefânia, sua tia Ester, foi o primeiro Xangô do Terreiro. Tia Laura viveu na Casa de Mãe Biu desde a reabertura, em 1950, sendo iniciada no ano seguinte, tornando-se a grande Yabá da Casa, responsável pela cozinha dos Orixás. Sua bela voz, cantando para os Orixás, ecoando nos toques, é inesquecível e deixou muita saudade. Por décadas, formou com Mãe Biu e Mãe Tila, excepcional trio de grandes mulheres da Casa de Oyá. Topo
Padrinho Pedro
José Pedro Batista (1923-1995), de Oxum, irmão de Tia Laura, filha de João Amâncio Batista e Maria Clara Batista. Talentoso artista, confeccionava adereços para os iaôs e ornamentos para o Peji. Foi Acipa ou Padrinho da Casa (Pai Pequeno), muito sério no cumprimento dos seus deveres, extremamente responsável e dedicado ao culto aos Orixás, sendo por isso querido e respeitado por todos, na Casa de Mãe Biu. Topo
Tia Luíza
Maria Luíza de Oliveira (1925-1989), de Oxum, filha de Madrasta e José Francelino do Paraíso, irmã de Mãe Biu, iniciada em 1951. Personalidade marcante, alegre, festeira, e líder comunitária nata, tendo fundado e mantido em sua casa, a 1ª Associação de Bairro dos Moradores do Jardim Beberibe, em 1986. Topo
Tio Luiz
Luiz de França Paraíso (1926-1996), de Xangô, filho de Madrasta José Francelino do Paraíso, irmão de Mãe Biu, iniciado em 1953. Conhecido por todos como Alegria, devido ao seu senso de humor e fama de grande contador de histórias. Sempre presente nas obrigações, ocasiões em que, na porta do Peji, cantava as toadas, para que todos respondessem.
Topo
Tia Betinha
Maria José Paraíso (1923-1996), filha de Madrasta e enteada de José Francelino do Paraíso, sobrinha de Maria Oyá. Foi iniciada aos 11 anos, em 1934. Por todos é lembrada como a Yemanjá da Casa, posição que ocupou por mais de 60 anos. Topo
Pai Tonho
Antônio Lino da Silva, filho de Lino José da Silva e Venância Maria da Silva, cunhado de Mãe Biu, iniciado em 1957. Embora tímido e reservado, durante os toques, transformava-se em grande cantador de toadas para os Orixás. Topo
José Francelino
José Francelino do Paraíso (?-1952). Com sua primeira esposa, Petronila Maria do Paraíso, foi o pai de quatro filhas, Donatila (Mãe Tila), Severina (Mãe Biu), Maria e Antônia. Ficando viúvo, casa-se com Maria do Carmo (Madrasta), irmã de Maria Oyá, sendo pais de Maria José (Tia Betinha), Maria Luíza (Tia Luíza), Luiz de França (Tio Luiz), Maria de Lourdes (Tia Lourdes), Bartolomeu e Juvenal. Filho de Ogum, foi o primeiro yaô, iniciado em 1932, e também o primeiro Padrinho da Casa de Maria Oyá. Na reabertura do Terreiro, em 1950, sob a direção de Mãe Biu, continuou com Padrinho. Topo
José Cavaquinho
José Soares Ribeiro, conhecido por Cavaquinho, filho de Xangô e um dos primeiros yaôs de Mãe Biu, iniciado em 1950. Após o falecimento de José Francelino, torna-se o Padrinho do Terreiro. Topo
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David Mayk Rodrigues de Lima
Nação Xambá
Diversos autores apontam o povo Xambá ou Tchambá, como povos que habitavam a região ao norte dos Ashanti e limites da Nigéria com Camarões, nos montes Adamaua, vale do rio Benué. Existem várias famílias com esse nome, nos Camarões, tendo inclusive participado nas lutas pela independência daquele país.
No início da década de 1920, o Babalorixá Artur Rosendo Pereira, fugindo da repressão policial às casas de culto Afro-brasileiro, deixa Maceió e passa a morar no Recife. Na capital de Pernambuco, na Rua da Regeneração, no bairro de Água Fria, por volta de 1923, reinicia suas atividades de zelador dos Orixás, segundo os rituais e tradições da Nação Xambá, cujos axés foi buscar na Costa da África, onde permaneceu pôr quatro anos, aprendendo com “Tio Antônio, que vendia panelas no mercado de Dakar, no Senegal”, segundo René Ribeiro. Artur Rosendo iniciou muitos filhos de santo e vários deles abriram terreiro posteriormente. Dentre esses filhos, Maria das Dores da Silva (Maria Oyá), que fez sua iniciação em 1927. Em fevereiro de 1928, Maria Oyá começa a cultuar os Orixás, na Rua do Limão, em Campo Grande , tendo Artur Rosendo como Babalorixá e Iracema (Cema), como Yalorixá, inaugurando seu terreiro em 7 de junho de 1930.
No dia 13 de dezembro de 1932, Maria Oyá termina sua iniciação, com o recebimento das folhas, faca e espada. Ao meio dia, realizou-se o ritual de coroação de Oyá no trono, cerimônia tocante e belíssima, repetida anualmente, pôr Mãe Biu, sucessora de Maria Oyá.
Violenta repressão policial fecha o terreiro em 1938, que manteve o culto aos Orixás, à portas fechadas. Em 1939, falece Maria Oyá. Em 16 de junho de 1950, Mãe Biu (filha de Ogum e Oyá), reabre seu terreiro na estrada do Cumbe, 1012, Santa Clara – Recife, tendo como Babalorixá Manoel Mariano da Silva e Yalorixá Dona Eudóxia, Padrinho Luiz da Guia e Madrinha Dona Severina, esposa de Manoel Mariano. Em 07 de abril de 1951, muda-se para o atual endereço, na antiga Rua Albino Neves de Andrade, hoje Severina Paraíso da Silva, nº 65, no Portão do Gelo, São Benedito – Olinda.
Após 54 anos dirigindo sua casa e mantendo as tradições e rituais da Nação Xambá, Mãe Biu falece aos 78 anos, no dia 27 de janeiro de 1993. Donatila Paraíso do Nascimento, Mãe Tila, iniciada em 1932 por Artur Rosendo, Mãe-pequena da casa desde 1933, sucede Mãe Biu como Yalorixá, tendo como Babalorixá, seu sobrinho (filho de Mãe Biu), Adeildo Paraíso da Silva (Ivo), que continuam preservando as tradições do Terreiro Xambá.
Ao contrário do que afirmam Olga Caciatore e Reginaldo Prandi, o Culto Africano da Nação Xambá, está longe da extinção, pois o Terreiro do Portão do Gelo, em Olinda, mantém-se há mais 70 anos, vivo e atuante, preservando seus ritos e tradições religiosas, que se distinguem das casas de tradição Nagô do Recife. É verdade que, após o falecimento do Babalorixá Arthur Rozendo em 1950, a maioria das Casas Xambá de Pernambuco fundiram-se com as da Nação Nagô, excetuando-se a fundada por Maria Oyá, o axé de Oyá Dopé.
No início da década de 1920, o Babalorixá Artur Rosendo Pereira, fugindo da repressão policial às casas de culto Afro-brasileiro, deixa Maceió e passa a morar no Recife. Na capital de Pernambuco, na Rua da Regeneração, no bairro de Água Fria, por volta de 1923, reinicia suas atividades de zelador dos Orixás, segundo os rituais e tradições da Nação Xambá, cujos axés foi buscar na Costa da África, onde permaneceu pôr quatro anos, aprendendo com “Tio Antônio, que vendia panelas no mercado de Dakar, no Senegal”, segundo René Ribeiro. Artur Rosendo iniciou muitos filhos de santo e vários deles abriram terreiro posteriormente. Dentre esses filhos, Maria das Dores da Silva (Maria Oyá), que fez sua iniciação em 1927. Em fevereiro de 1928, Maria Oyá começa a cultuar os Orixás, na Rua do Limão, em Campo Grande , tendo Artur Rosendo como Babalorixá e Iracema (Cema), como Yalorixá, inaugurando seu terreiro em 7 de junho de 1930.
No dia 13 de dezembro de 1932, Maria Oyá termina sua iniciação, com o recebimento das folhas, faca e espada. Ao meio dia, realizou-se o ritual de coroação de Oyá no trono, cerimônia tocante e belíssima, repetida anualmente, pôr Mãe Biu, sucessora de Maria Oyá.
Violenta repressão policial fecha o terreiro em 1938, que manteve o culto aos Orixás, à portas fechadas. Em 1939, falece Maria Oyá. Em 16 de junho de 1950, Mãe Biu (filha de Ogum e Oyá), reabre seu terreiro na estrada do Cumbe, 1012, Santa Clara – Recife, tendo como Babalorixá Manoel Mariano da Silva e Yalorixá Dona Eudóxia, Padrinho Luiz da Guia e Madrinha Dona Severina, esposa de Manoel Mariano. Em 07 de abril de 1951, muda-se para o atual endereço, na antiga Rua Albino Neves de Andrade, hoje Severina Paraíso da Silva, nº 65, no Portão do Gelo, São Benedito – Olinda.
Após 54 anos dirigindo sua casa e mantendo as tradições e rituais da Nação Xambá, Mãe Biu falece aos 78 anos, no dia 27 de janeiro de 1993. Donatila Paraíso do Nascimento, Mãe Tila, iniciada em 1932 por Artur Rosendo, Mãe-pequena da casa desde 1933, sucede Mãe Biu como Yalorixá, tendo como Babalorixá, seu sobrinho (filho de Mãe Biu), Adeildo Paraíso da Silva (Ivo), que continuam preservando as tradições do Terreiro Xambá.
Ao contrário do que afirmam Olga Caciatore e Reginaldo Prandi, o Culto Africano da Nação Xambá, está longe da extinção, pois o Terreiro do Portão do Gelo, em Olinda, mantém-se há mais 70 anos, vivo e atuante, preservando seus ritos e tradições religiosas, que se distinguem das casas de tradição Nagô do Recife. É verdade que, após o falecimento do Babalorixá Arthur Rozendo em 1950, a maioria das Casas Xambá de Pernambuco fundiram-se com as da Nação Nagô, excetuando-se a fundada por Maria Oyá, o axé de Oyá Dopé.
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David Mayk Rodrigues de Lima
Praias Pernambucanas

Porto de Galinhas
Praias de todos os tipos e para todos os gostos
O litoral pernambucano tem 187 km de extensão, onde estão localizadas dezenas de praias de todos os tipos, desde as urbanizadas até algumas ainda quase desertas. A primeira praia pernambucana, ao Norte, é a de Carne de Vaca, no município de Goiana. A última, ao Sul, é a de Coroa Grande, no município de São José da Coroa Grande. Veja, aqui, todas as praias do Estado, por municípios, com suas características e os serviços que oferecem.
Goiana
Carne de Vaca - Tem estreita faixa de areia, ondas fracas e, na maré baixa, coroas de areia antes dos recifes. Vilarejo com poucas residências e vasto coqueiral. Ao Norte, fica a foz do Rio Goiana. Ao Sul, fica o Riacho Doce que já foi cenário de gravações para televisão.
Pontas de Pedras - De ondas fracas, areia fina e bastante sargaço na água. Onde fica o núcleo urbano de um distrito e onde sempre estão ancorados vários barcos de pescadores. Já foi exaltada em canção de Edu Lobo, filho de pernambucano.
Barra de Catuama - Praia que ainda preserva alguma vegetação da Mata Atlântica.
Catuama - Tem águas claras, recifes e areia batida. Na maré baixa, surgem bancos de areia, pedras e piscinas naturais. Núcleo de povoado, com igreja em devoção de Nossa Senhora da Penha.
Atapuz - Vila de pescadores, próxima ao encontro do Rio Itapessoca com a Canal de Santa Cruz. Na vila, existe uma capela dedicada a São Sebastião.
Tabatinga - Manguezal, coqueiros e casas de veraneio. A praia fica em área da Fazenda Tabatinga, propriedade privada. Acesso pelas praias vizinhas de Carne de Vaca e Pontas de Pedra.
Itamaracá
Pontal da Ilha - De águas calmas, boa para banho, manguezal. Ali desembocam o Rio Catuama e o Canal de Santa Cruz.
Fortinho - De águas pouco profundas e ondas fracas, com blocos de pedra e região de um antigo forte.
Pontal de Jaguaribe - Considerada perigosa, em decorrência da foz do Rio Jaguaribe. Apresenta área de erosão marinha e é pouco freqüentada.
Jaguaribe - Localizada na área urbana do município, tem dois quilômetros de extensão, onde estão localizados vários bares. Anualmente, realiza-se ali um festival de pesca de agulhas. Sua grande atração é a ciranda de Lia, a mais famosa cirandeira pernambucana.
Praia dos Quatro Cantos - Urbana, com pequena faixa de areia na maré alta.
Pilar - Praia urbana, com pequena faixa de terra na maré alta. Ali, fica o Cruzeiro de Nossa Senhora do Pilar
Rio Âmbar - Com casas de veraneio e onde fica o Iate Clube. Águas calmas e faixa de areia fina.
Baixa Verde - Tem areia clara, coqueiral, casas de pescadores e de veraneio.
Forno de Cal - Área de ocorrência de erosão marinha, tem diques de contenção. Destaque para as Pedra do Jacaré e Pedra Furada.
Do Forte Orange - De águas calmas. Ponto de onde barcos e jangadas fazem a travessia para a Coroa do Avião, uma badalada ilhota no meio do canal do Rio Jaguaribe. Onde fica, também, a sede do Centro de Preservação do Peixe-Boi Marinho.
Enseada dos Golfinhos - Manguezal, coqueiros e alguns bancos de areia. Boa para banho. Ao contrário do que o nome indica, não se vêem golfinhos na área.
São Paulo - Com extenso banco de areia, arrecifes e piscinas naturais.
Praia do Sossego - Vegetação de mangue, bancos de areia e piscinas naturais. A foz do Rio Jaguaribe integra a paisagem.
Igarassu
Gavoa - De águas pouco profundas e piscinas naturais, é considerada excelente para esportes náuticos. Localizada a 13 km do centro da cidade, é ponto de partida para passeios de barcos para a Coroa do Avião e Itamaracá.
Ilhota da Coroa do Avião - Área com luxuosas casas de veraneio.
Paulista
Conceição - Em seus dois quilômetros de extensão, tem águas tranqüilas e é pouco profunda. Coqueiros, muitos bares e barracas.
Pau Amarelo - De águas calmas, com formação de bancos de areia que dão origem a pequenas ilhas e piscinas naturais. Muitos bares e barracas, sobretudo no trecho onde fica o Forte de Pau Amarelo, construção de 1719 que marca o local de desembarque dos holandeses no Brasil.
Janga - Praia urbana, poluída em vários trechos.
Maria Farinha - De águas rasas e calmas. Na maré baixa, os arrecifes ficam à mostra e a praia quase sem ondas. Abriga um parque aquático e é, também, um ponto de passeios de ultraleves.
Olinda
Rio Doce - Praia urbana, com muitos bares e restaurantes. Área de erosão marinha.
Casa Caiada - Urbana, com proteção de pedra para conter o avanço do mar. Na maré baixa, as ondas praticamente desaparecem.

Bairro Novo - Atualmente subdividida em várias mini-praias, em decorrência da construção de arrecife para conter o avanço do mar. Urbana, com alguns pontos poluídos. O banhista deve ter cuidado porque ocorre uma rápida alteração de profundidade.
Farol - Na área urbana da cidade, poluída e pouco freqüentada.
Carmo - Urbana, praticamente sem ondas, em decorrência do quebra-mar artificial. Ponto de chegada de barcos pesqueiros, pouco freqüentada, por conta da poluição.
Milagres - Urbana, com ondas fortes, poluída no trecho próximo ao núcleo habitacional Ilha do Maruim, onde deságua um braço do Rio Beberibe, hoje totalmente degradado.
Recife
Pina - Urbana, ondas fracas, com trechos temporariamente poluídos.
Boa Viagem - Urbanizada, com pistas para Cooper, iluminada, quadras de esportes e outros equipamentos em seus sete quilômetros de extensão. Fica no bairro homônimo, onde estão concentrados os melhores hotéis da cidade. Uma das áreas nobres do Recife.

Jaboatão dos Guararapes
Piedade - Urbanizada, com ondas fortes, tem 4,5 km de extensão, vizinha à praia recifense de Boa Viagem. Muitos bares e restaurantes, hotéis de luxo e outros equipamentos.
Candeias - Praia urbanizada, ocasionalmente poluída.
Barra de Jangada - Urbanizada.
Cabo de Santo Agostinho
Paiva - Bastante procurada para a prática de surf, tem águas mornas e transparentes. Vegetação de Mata Atlântica, coqueiral. Pequenas piscinas naturais formadas por pedras. Não dispõe de serviços.
Itapuama - Com cerca de dois quilômetros de extensão, é local de pesca e esportes marinhos. Tem hotéis, bares e restaurantes.
Xeréu - Devido à profundidade do mar, a praia é adequada para mergulho. Também é muito procurada para a pesca de vara. Na areia, onde existem rochas de origem vulcânica, o banhista encontra barracas que servem petiscos e refeições.
Enseada dos Corais - Arrecifes naturais, ondas fracas. Os serviços são poucos, apenas bares e restaurantes.
Gaibu - Ondas fortes e larga faixa de areia em seus três quilômetros de extensão. Boa para banho, mas exige atenção devido à profundidade do mar. Na maré alta, é boa para surfar. Dispõe de boa infraestrutura, com vários hotéis, pousadas, bares, restaurantes etc. É uma das mais badaladas praias do litoral pernambucano.
Calhetas - Bastante procurada para mergulho, está encravada entre rochas e coqueirais. Dispõe de bares e restaurante e é um dos pontos de pesca submarinha no Estado.

Paraíso - É uma minúscula praia, de aproximadamente trinta metros, entre grandes pedras. Os arrecifes deixam o mar quase sem ondas. Há serviço de bar e restaurante nas proximidades da praia.
Suape - Praticamente sem ondas, mar pouco profundo, é considerada excelente para esportes náuticos. Na maré baixa, surgem bancos de areia. Dispõe de pousadas e bares. Fica na região onde foi construído o Complexo Industrial e Portuário de Suape.
Ipojuca
Camboa - Ainda deserta, a praia tem, em seus 800 metros de extensão, águas tranqüilas e pouco profundas. Piscinas naturais, coqueiros e mangue. O acesso é difícil (de Buggy, via praia do Cupe) e ali deságua o Rio Merepe.
Muro Alto - De difícil acesso (só se chega ali de Buggy, moto ou a pé), tem um paredão de arrecifes com cerca de dois quilômetros de extensão, formando uma enorme piscina de água pouco profunda e sem ondas. Dispõe de hotel com mais de 200 apartamentos, sala de convenções, lojas, quadras esportivas, restaurante e bares.

Pontal de Maracaípe - É uma praia fluviomarinha, na foz do Rio Maracaípe. Predominância de mangue. Área de esportes náuticos e para passeios de barco. Oferece serviço de aluguel de caiaques e banana boat.

Cupe - Praia com 4,5 km de extensão, casas de veraneio, hotéis, coqueiral. Os arrecifes, num trecho, formam piscinas naturais. Na parte sem arrecifes, o mar é agitado, com ondas fortes, o que exige cuidado por parte dos banhistas.
Maracaípe - Considerada um paraíso para os surfistas, tem águas profundas e ondas gigantes. Integra, inclusive, o calendário de campeonatos brasileiros e internacionais de surf. Coqueiral, areia fina e uma rica região de mangue. Tem complexo de restaurantes e bares. É uma das mais badaladas praias pernambucanas.
Serrambi - É a praia pernambucana mais procurada pelos mergulhadores, pois fica numa região onde estão várias embarcações (ou restos delas) naufragadas. São embarcações de diferentes épocas: desde o Brasil Colônia ao período das grandes guerras mundiais. Dispõe de razoável serviço de restaurante, bares etc.
Porto de Galinhas - Considerada uma das mais belas do Nordeste, atualmente é a mais badalada praia pernambucana. Tem águas mornas e quase sem ondas nos seus 6,5 km de extensão. Dispõe de dezenas de bares, boates, restaurantes e todo final de semana recebe milhares de visitantes. Pousadas e casas para alugar. Ideal para quem gosta de agitação. Vem registrando até mesmo engarrafamento de trânsito.

Sirinhaém
Gamela - Praia de águas claras, arrecifes, extenso coqueiral. Dispõe de alguns bares e palhoças que oferecem comidas típicas da região.
Guadalupe - Ainda tranqüila, com três quilômetros de extensão, integra o Projeto Costa Dourada, criado para aproveitar de forma planejada as potencialidades turísticas de uma extensa área que vai do município do Cabo de Santo Agostinho até o Estado de Alagoas.
Barra de Sirinhaém - Praia fluviomarinha, tem como principal atração a prática de esportes náuticos. Com seis quilômetros de extensão, tem vários trechos onde o banho não é recomendável, por conta da violência das ondas.
Rio Formoso
Praias da Pedra e do Reduto - São as duas únicas praias do município que tem como maior atração o rio que lhe deu nome. Extensos coqueirais, bancos de areia e arrecifes.
Tamandaré
Boca da Barra - Na maré baixa, formam-se piscinas naturais e ainda é possível seguir dali, a pé, até a praia de Mamocambinhas, no município de Barreiros. Boa para banho, apresenta denso manguezal e abriga a foz do Rio Cano Quebrado.
Praia de Campas - Com três quilômetros de extensão, é boa para banho e, no trecho em frente ao Hotel Marinas de Tamandaré, permite a ancoragem natural. Entre os serviços turísticos, tem boa estrutura de aluguel de equipamentos tipo jet-ski, banana boat e barcos.
Tamandaré - Urbanizada, com dois quilômetros de extensão e boa oferta de equipamentos turísticos. Boa para banho e um dos refúgios para quem quer se livrar da agitação dos grandes centros urbanos.
Dos Carneiros - Ainda um tanto deserta, tem apenas algumas casas de veraneio e poucos bares. São cinco quilômetros de bela paisagem. Arrecifes, coqueiral, águas pouco profundas e pequenas ondas.
Barreiros
Praia do Porto - Para quem gosta de beleza selvagem. É a praia de mais difícil acesso em todo o Estado. Chega-se ali de Buggy , num percurso de sete quilômetros do centro de Bareiros. Outra opção é ir a pé, uma caminhada de cinco quilômetros, saindo da vizinha praia de Várzea do Uma, no município de São José da Coroa Grande. Cercada por três grandes rochas, é uma praia praticamente deserta.
Mamocambihas - Praia pouco freqüentada, com denso coqueiral, afloramentos rochosos e trecho de mangue. Ideal para quem busca tranqüilidade.
São José da Coroa Grande
Gravatá - Localizada na região considerada como um dos melhores lugares da costa nordestina para a prática de pesca submarina. Ainda primitiva, vasto coqueiral, vegetação de mangue, ondas fracas.
Barra da Cruz - Como a praia de Gravatá, também está localizada em excelente área para a pesca submarina.
Várzea do Una - Baía com ondas fortes, larga faixa de areia. Localizada numa das melhores regiões do Nordeste para a caça submarina.
Coroa Grande - Fica na região onde está o núcleo urbano do município. Ondas fracas, tem bancos de areia que vão até os recifes, a cerca de 500 metros da praia. Boa para caça submarina.
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David Mayk Rodrigues de Lima
Olinda: Roteiro para Curtir a Pé
Roteiro para você curtir, através de uma caminhada pelas ladeiras da cidade, os principais pontos históricos de Olinda – patrimônio Cultural da Humanidade
“Olinda é só para os olhos,
não se apalpa, é só desejos.
Ninguém diz: é lá que eu moro.
Diz somente: é lá que eu vejo.”
(Carlos Pena Filho)
Comece pela Praça do Carmo, onde você encontrará a Igreja do Carmo, que foi o primeiro Convento Carmelita instalado no Brasil, na Colina do Carmo, junto à Praça da Abolição, conhecida popularmente como Praça da Preguiça.
Dali, suba a Ladeira do São Francisco e, já no topo, aprecie a beleza arquitetônica do primeiro Convento Franciscano do Brasil, construído junto à Igreja de Nossa Senhora das Neves e do prédio da Ordem Terceira, onde se pode observar, no pátio externo, um belo Cruzeiro todo feito em pedra-coral.
Mais adiante, a cerca de cem metros, está o antigo Seminário de Olinda, onde originalmente funcionou o Colégio Jesuíta, fundado por Manuel da Nóbrega e onde o Padre Antônio Vieira ministrava aulas de retórica quando tinha apenas 18 anos de idade. Na Igreja de Nossa Senhora das Graças, que faz parte do conjunto arquitetônico do Seminário, você pode contemplar o altar na forma exata como foi construído em 1535.
Siga em frente e visite, a menos de cem metros dali, a Igreja da Sé, construída no Alto da Sé, um lugar agradável de onde se tem uma belíssima visão de todo o Sítio Histórico de Olinda, do Recife ao longe, do mar e do verde da cidade. No Alto da Sé está, também, o Museu de Arte Sacra (antigo Palácio dos Bispos), o Convento da Conceição e a Igreja da Misericórdia, além de barracas e outros pontos de venda de peças do artesanato local.
Desça ao Largo do Amparo, onde existe mais uma igreja, a de Nossa Senhora do Amparo, e, um pouco mais na frente, você encontra a Igreja de São João, a única que escapou do incêndio ateado a Olinda pelos holandeses.
Saindo do Largo, percorra uma das mais tradicionais e características ruas da cidade, a Rua do Amparo, onde funciona, num casario colonial, o Museu Regional de Olinda e veja, ainda, a casa de número 28, de arquitetura mourisca, onde já funcionaram diversos departamentos da prefeitura da cidade.
Pouco antes da casa 28 da Rua do Amparo, desça uma pequena ladeira que vai dá na Bica dos Quatro Cantos, uma das três fontes que no passado forneciam água para os moradores da Cidade Alta. Vá a Rua 13 de Maio, onde fica o Museu de Arte Contemporânea, instalado no prédio da antiga Cadeia Pública e que foi originalmente construído para servir de Cadeia Eclesiástica. Em frente ao Museu, está a bela Capela de São Pedro Advíncula.
Desça pela Rua Henrique Dias, onde você encontrará a Bica de São Pedro, a que tinha a maior vazão dentre as três que abasteciam a cidade. Dirija-se a Rua Bernardo Vieira de Melo e visite o Mercado da Ribeira, com exposição e venda de trabalhos de artistas olindenses, pintura e artesanato.
Em frente ao Mercado, estão as ruínas do Senado da Câmara, onde Bernardo Vieira de Melo teria dado o primeiro Grito da República no Brasil, numa tentativa frustrada de tornar Olinda uma República independente.
Desloque-se, em seguida, até a Rua de São Bento e visite o Palácio dos Governadores, erguido por Vidal de Negreiros e hoje sede da prefeitura municipal. Poucos metros adiante está o secular Mosteiro de São Bento, onde funcionaram os primeiros cursos jurídicos do Brasil. A igreja do Mosteiro tem o altar-mor trabalhado a ouro e, na sacristia, você pode apreciar maravilhosos trabalhos em madeira entalhada.
Numa esquina do pátio externo do Mosteiro de São Bento, inicia-se a Rua 27 de Janeiro, onde está a Igreja de São Pedro, hoje um tanto descaracterizada da sua forma original. Ao lado da igreja, há um belo casarão em estilo mourisco, onde funciona um restaurante de cozinha internacional. Ao sair da Rua 27 de Janeiro, imediatamente você chega à Praça da Preguiça, ponto inicial desse roteiro.
“Olinda é só para os olhos,
não se apalpa, é só desejos.
Ninguém diz: é lá que eu moro.
Diz somente: é lá que eu vejo.”
(Carlos Pena Filho)
Comece pela Praça do Carmo, onde você encontrará a Igreja do Carmo, que foi o primeiro Convento Carmelita instalado no Brasil, na Colina do Carmo, junto à Praça da Abolição, conhecida popularmente como Praça da Preguiça.
Dali, suba a Ladeira do São Francisco e, já no topo, aprecie a beleza arquitetônica do primeiro Convento Franciscano do Brasil, construído junto à Igreja de Nossa Senhora das Neves e do prédio da Ordem Terceira, onde se pode observar, no pátio externo, um belo Cruzeiro todo feito em pedra-coral.
Mais adiante, a cerca de cem metros, está o antigo Seminário de Olinda, onde originalmente funcionou o Colégio Jesuíta, fundado por Manuel da Nóbrega e onde o Padre Antônio Vieira ministrava aulas de retórica quando tinha apenas 18 anos de idade. Na Igreja de Nossa Senhora das Graças, que faz parte do conjunto arquitetônico do Seminário, você pode contemplar o altar na forma exata como foi construído em 1535.
Siga em frente e visite, a menos de cem metros dali, a Igreja da Sé, construída no Alto da Sé, um lugar agradável de onde se tem uma belíssima visão de todo o Sítio Histórico de Olinda, do Recife ao longe, do mar e do verde da cidade. No Alto da Sé está, também, o Museu de Arte Sacra (antigo Palácio dos Bispos), o Convento da Conceição e a Igreja da Misericórdia, além de barracas e outros pontos de venda de peças do artesanato local.
Desça ao Largo do Amparo, onde existe mais uma igreja, a de Nossa Senhora do Amparo, e, um pouco mais na frente, você encontra a Igreja de São João, a única que escapou do incêndio ateado a Olinda pelos holandeses.
Saindo do Largo, percorra uma das mais tradicionais e características ruas da cidade, a Rua do Amparo, onde funciona, num casario colonial, o Museu Regional de Olinda e veja, ainda, a casa de número 28, de arquitetura mourisca, onde já funcionaram diversos departamentos da prefeitura da cidade.
Pouco antes da casa 28 da Rua do Amparo, desça uma pequena ladeira que vai dá na Bica dos Quatro Cantos, uma das três fontes que no passado forneciam água para os moradores da Cidade Alta. Vá a Rua 13 de Maio, onde fica o Museu de Arte Contemporânea, instalado no prédio da antiga Cadeia Pública e que foi originalmente construído para servir de Cadeia Eclesiástica. Em frente ao Museu, está a bela Capela de São Pedro Advíncula.
Desça pela Rua Henrique Dias, onde você encontrará a Bica de São Pedro, a que tinha a maior vazão dentre as três que abasteciam a cidade. Dirija-se a Rua Bernardo Vieira de Melo e visite o Mercado da Ribeira, com exposição e venda de trabalhos de artistas olindenses, pintura e artesanato.
Em frente ao Mercado, estão as ruínas do Senado da Câmara, onde Bernardo Vieira de Melo teria dado o primeiro Grito da República no Brasil, numa tentativa frustrada de tornar Olinda uma República independente.
Desloque-se, em seguida, até a Rua de São Bento e visite o Palácio dos Governadores, erguido por Vidal de Negreiros e hoje sede da prefeitura municipal. Poucos metros adiante está o secular Mosteiro de São Bento, onde funcionaram os primeiros cursos jurídicos do Brasil. A igreja do Mosteiro tem o altar-mor trabalhado a ouro e, na sacristia, você pode apreciar maravilhosos trabalhos em madeira entalhada.
Numa esquina do pátio externo do Mosteiro de São Bento, inicia-se a Rua 27 de Janeiro, onde está a Igreja de São Pedro, hoje um tanto descaracterizada da sua forma original. Ao lado da igreja, há um belo casarão em estilo mourisco, onde funciona um restaurante de cozinha internacional. Ao sair da Rua 27 de Janeiro, imediatamente você chega à Praça da Preguiça, ponto inicial desse roteiro.
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David Mayk Rodrigues de Lima
Comidas Típicas

Todos os sabores da cozinha pernambucana
Em mais de 80 sugestões, você encontra aqui todas as delícias da culinária típica de Pernambuco. São bolos, bebidas, comidas regionais, pratos para cafés e ceias, peixes e frutos do mar, sobremesas e tira-gostos. Tudo bem detalhado num completo roteiro para você degustar o que oferecem desde os mais finos restaurantes até os tradicionais e aconchegantes botecos. Bom apetite!
BOLOS
O bolo de milho tem pelo menos duas versões: o de milho verde e o de milho seco. De uma forma ou de outra, é a mesma delícia. É uma tradição do período de festas juninas no Estado.

Bolo de Batata-doce – Feito com batata-doce cozida e peneirada, farinha de trigo, leite de coco, manteiga e açúcar. Servido no café da manhã e à noite, principalmente no período de festas juninas.
Bolo de Macaxeira – Preparado com macaxeira ralada, ovos, leite de coco, manteiga e açúcar, assado ao forno numa forma untada com manteiga.
Bolo de Mandioca – Bolo preparado com massa de mandioca, leite de coco, ovos, manteiga e açúcar. Uma delícia comum nas antigas casas grandes dos engenhos pernambucanos e que ainda hoje pode ser experimentada em qualquer lanchonete com um café da tarde bem gostoso.
Bolo de Milho verde – Uma tradição do período de festas juninas, o bolo é preparado com uma calda de milho verde ou maduro, ovos, leite de coco, manteiga e açúcar. Servido no café da manhã e à noite.
Bolo de Rolo – Preparado com massa de pão-de-ló, é um bolo de camadas finas, enroladas, recheadas com goiabada em calda.
Bolo Pé-de-moleque – Outro bolo típico das festas juninas, é preparado com massa de mandioca, leite de coco, ovos, manteiga e açúcar. Destaca-se pelo tempero com erva-doce e cravo e o recheio com castanhas de caju torradas.
Bolo Souza Leão – Preparado à base de massa de mandioca, é uma das mais tradicionais delícias da doçaria pernambucana. Ganhou fama quando foi servido pela família Souza Leão (de ricos usineiros) ao Imperador Pedro II e sua mulher Teresa Cristina, durante viagem da família real a Pernambuco.

BEBIDAS
No café da manhã, para começar bem o dia, ou a qualquer momento, para combater uma indesejada ressaca, nada melhor do que uma água de coco verde bem gelada. Desce macia,limpando.
Batida – Bebida aperitiva muito consumida, sobretudo, na época de carnaval. É uma mistura de cachaça, açúcar e o suco de uma fruta regional. Servida gelada. Experimente uma batida de pitanga, caju ou tamarindo.
Cachaça – Aguardente de cana-de-açúcar, é a mais popular bebida alcoólica entre os pernambucanos.
Cachimbo – Bebida feita com mel de abelha e cachaça-de-cabeça, oferecida pelo dono da casa aos amigos que vão visitar a criança recém-nascida. É preparada tão logo se tem notícia da gravidez e aberta quando do nascimento da criança.
Caldo de cana – Obtido da cana-de-açúcar prensada, é preparado na hora e servido, puro ou com gotas de limão, gelado, quase sempre acompanhado com pão-doce. Gostoso, barato e nutritivo.
Capilé – Espécie de xarope feito à base de tamarindo, muito comum em algumas cidades do interior do Estado. Modo de servir: colocar dois dedos de capilé num copo e completar com água gelada.
Licores – Entre os licores mais servidos em Pernambuco (todos feitos à base de 1 litro do suco da fruta, 1 litro de álcool e ½ litro de mel de abelha) estão os de jenipapo, pitanga, umbu, manga e abacaxi.
Raspa-raspa – É um refresco primitivo preparado na frente do freguês, com gelo raspado misturado a essências coloridas de vários sabores. Vendido em carrocinhas, sobretudo, nas praias e outros lugares de grande concentração como estádios de futebol e portas de clubes.
CAFÉS E CEIAS
A canjica é um creme de milho verde cozido, com açúcar e leite de coco, servido quente ou frio, salpicado com canela em pó. É um prato que tem aquele gostinho da roça,com cheiro de terra molhada.
Angu doce – Espécie de papa feita à base de fubá (farinha de milho), água, leite de coco e açúcar. Servido com café.
Beiju – Tipo de bolo feito apenas com massa de mandioca, coco e uma pitada de sal. Produzido nas casas de farinha, em época de farinhadas. Servido com café.
Canjica - Saboroso creme de milho verde cozido, com açúcar e leite de coco, servido quente ou frio, salpicado com canela em pó. É um tradicional prato do ciclo de festas juninas, com aquele gostinho de roça.
Charutos – Bolinhos feitos à base de goma seca, ovos e açúcar. Modelados sob várias formas, fritos no óleo e servidos geralmente com café.
Cuscuz - Prato feito com fubá ligeiramente umedecida em água, uma pitada de sal, cozido no vapor. Servido quente, apenas com leite ou acompanhado de queijo, carne de sol, bode ou galinha guisada. Na versão doce, é servido ensopado com leite de coco.
Fatias Paridas – São fatias de pão embebidas em leite, passadas em ovos batidos, fritas no óleo quente e salpicadas com uma mistura de açúcar e canela.
Frutas – As frutas mais comuns, no café da manhã ou como sobremesa, são abacaxi, melancia, mamão, melão, manga, laranja e banana.
Gemada – Bebida à base de leite morno, gema de ovo, açúcar e canela, batidos no liquidificador. Servida antes do café-da-manhã, principalmente para quem precisa de uma alimentação energética.
Jerimum com leite – Prato popular, principalmente, nas cidades sertanejas ou na zona rural do Estado. Consta, apenas de jerimum cozido, machucado com o garfo e misturado ao leite morno ou frio. Servido geralmente no jantar.
Milho verde cozido - Para repor as energias, nada melhor que saborear uma espiga de milho verde cozido na água e sal, que é servida quentinha, com aquele gosto de festa na roça. Comida típica do período de festas juninas.
Munguzá – Prato feito com grãos secos de um milho especial, cozidos em caldo açucarado e ainda temperado com leite de coco, erva-doce e cravo. Servido quente, polvilhado com canela.
Pamonha – Prato típico das festas juninas, feito com um grosso caldo de milho verde, leite, manteiga, queijo de coalho ralado e sal. É uma espécie de bolo tendo como forma a palha das espigas do milho, cozido em água em água fervente.
Queijo de coalho – Queijo de fabricação caseira na qual se usa um fragmento do estômago de ovelha ou de cabra no processo de coalhadura do leite. Servido frito ou assado na brasa. Como sobremesa, é acompanhado com mel de engenho.
Sopas – Na culinária pernambucana, há uma infinidade de sopas. As mais tradicionais, porém, são as sopas de feijão, de jerimum e de peixes.
Sucos – Entre os mais tradicionais estão os de pitanga, caju, manga, graviola, pinha e mangaba.
Tapioca – Tipo de beiju feito com goma de mandioca umedecida, assado numa frigideira quente sem qualquer tipo de óleo. A tapioca salgada pode ser recheada com queijo de coalho ou coco ralado. A tapioca doce, ou molhada, é ensopada com leite de coco.
Umbuzada – Creme feito com umbu cozido e passado na peneira, temperado com leite e açúcar. Prato muito apreciado no sertão do Estado, onde também é conhecido como sopa de umbu.
Xerém – Prato feito com grãos de milho seco quebrados no pilão, cozidos na água e sal. Também conhecido como “arroz de pobre”, é servido com leite ou acompanhado de galinha guisada ou carne assada.
PEIXES E FRUTOS DO MAR
Na culinária pernambucana, há uma infinidade de pratos à base de camarão. Entre os mais difundidos, estão o camarão frito ou grelhado e o camarão ao molho de coco. Todos deliciosos.
Aratuzada - O prato consiste em aratus cozidos em molho preparado com leite de coco, azeite, legumes e temperos verdes, e é servido acompanhado de arroz branco e pirão feito do caldo do próprio cozimento.
Bobó de camarão - Prato feito com camarões refogados em temperos verdes, misturados com purê de macaxeira, azeite de dendê e gengibre. Servido acompanhado de arroz branco.
Caldeirada - É um cozido feito com peixe, lagosta, camarão, ostra, sururu e polvo. Tudo refogado com azeite, temperos verdes e leite de coco. Servido acompanhado de arroz e pirão feito do caldo.
Camarão – Há, no Estado, uma infinidade de pratos à base de camarão. Entre os mais difundidos, estão o camarão frito ou grelhado e o camarão ao molho de coco.
Caranguejada - Prato feito com caranguejos cozidos em molho preparado com leite de coco, azeite e temperos verdes. Para acompanhar vem arroz branco e pirão feito do caldo da própria caranguejada.
Caruru – Espécie de quiabada cozida em panela de barro caldo de vários peixes, temperada com cebola, alho, sal, pimenta, castanha torrada e óleo de dendê.
Guaiamum – Ainda no casco, é cozido inteiro na água e sal ou temperado com leite de coco e cheiro verde. Petisco, é servido acompanhado de uma tábua e um pequeno martelo para quebrar as patas.
Lagosta - Preparada de várias maneiras: grelhada com molho de manteiga; ao molho de coco; em forma de moquecas; no espeto; ao thermidor (no próprio casco); com azeite de oliva. De um jeito ou de outro, o sabor é sempre delicioso.
Moqueca de polvo – É o polvo cozido num refogado de azeite de oliva, leite de coco, temperos verdes, pimenta e azeite de dendê. Servido em panela de barro, acompanhado de arroz branco.
Ostra crua – Geralmente servida como petisco, é a ostra ao natural, degustada apenas com sal, azeite e limão.
Peixada – Peixe cozido com legumes, geralmente servido acompanhado de arroz e pirão de farinha de mandioca preparado com o molho do próprio cozimento.
Sururu ao Coco - Cozido em molho de leite de coco, azeite e temperos verdes, é servido como petisco ou acompanhado de arroz branco.
PRATOS TÍPICOS
Além dos tradicionais bode assado e guisado, encontrados facilmente em todo o Estado, hoje já temos restaurantes que preparam pratos mais requintados à base da carne de caprinos. Vale provar.
Bode – Carne de caprino, assada ou guisada, servida acompanhada de feijão verde, arroz e farofa de jerimum. É o prato mais popular do sertão do Estado, também encontrado em restaurantes especializados em culinária regional.
Buchada - É de dar água na boca esse prato da tradicional cozinha pernambucana. Preparado com bucho de carneiro ou cabrito, recheado com miúdo e com o sangue do animal cozidos e picotados.
Carne do sol – Carne bovina salgada e seca ao sol, é um dos mais tradicionais pratos da cozinha regional nordestina. Assada na brasa, servida acompanhada de feijão de corda verde, farofa de jerimum, batata-doce, macaxeira e manteiga de garrafa.
Chambaril – Cozido preparado com carne de boi com osso, temperado com cebola, pimentão, pimenta, cheiro verde e outras verduras e legumes. Servido com arroz e pirão de farinha de mandioca.
Carne de charque desfiada – O prato consiste em charque desfiada frita na cebola, farofa de jerimum, purê de macaxeira e molho verde para quebrar o 'peso' das comidas típicas nordestinas.
Cozido - Carne de peito bovina, acrescida de pedaços de charque, toucinho e lingüiça,
cozidas junto com cebola, batata-doce, repolho, couve, jerimum, cenoura, quiabo, maxixe, banana comprida. É servido acompanhado de arroz branco e pirão.
Dobradinha – Feijão branco cozido junto com pequenos pedaços de bucho e tripas de boi, lingüiça e charque. Servida com arroz ou farinha de mandioca.
Farofas – Na culinária pernambucana, o uso de farofa é muito comum. As mais populares são a farofa de jerimum (que é feita com água quente, temperos verde e jerimum amassado) e a farofa branca ou d’água, feita com água quente, farinha de mandioca, coentro e cebolinha.
Fava – Tipo de feijão de grãos gigantes, preparada, verde, com os mesmos temperos usados no feijão comum.
Feijoada Pernambucana - Prove essa delícia. Tem todos os ingredientes da feijoada carioca. A única diferença é que, ao invés do feijão preto, usa-se o feijão mulatinho. Facilmente encontrada em bares ou restaurantes.
Galinha de Cabidela - É a galinha, em pedaços, temperada e cozida num molho feito com o sangue fresco da própria ave. Acompanha feijão de corda, arroz branco e farofa. Um dos mais apreciados pratos da cozinha pernambucana.
Galinha com xerém – Pedaços de galinha guisada acompanhados de xerém. É um prato muito comum em cidades do interior do Estado e nos restaurantes populares da capital.
Mão-de-vaca – Cozido preparado com as patas dianteiras do bovino refogado com inúmeros temperos regionais. Servido com pirão feito de farinha de mandioca e o caldo do próprio cozido.
Maxixada - Prato típico da culinária nordestina. Trata-se de um cozido feito com carne de boi, cortada em cubos, refogada em temperos e misturada com maxixes em rodelas.
Paçoca - Prato feito com charque ou carne de sol, assada, desfiada, refogada com gordura quente e, em seguida, socada com farinha de milho ou de mandioca.
Quiabada – O prato consiste em pedaços de carne bovina cozidos junto com uma grande quantidade de quiabos, além de outros temperos verdes. Servido com arroz branco, mangu ou farinha seca.
Rabada – Prato feito com rabo de boi cozido em temperos como alho, cebola, coentro, hortelã, louro, salsa, pimenta-do-reino, cominho, sal, vinagre e toucinho. Servido com pirão de farinha de mandioca preparado com o caldo do próprio cozimento.
SOBREMESAS
O nego-bom é um doce feito com banana-prata, açúcar e limão. Batido até ganhar consistência que permita repartir em pequenos bolinhos sobre os quais é jogado mais açúcar. Disputado pela meninada.
Baba-de-moça – Delicioso doce de coco verde, preparado com a água do coco, açúcar, cravo e a “laminha” do coco.
Beira-seca – Doce em forma de pastel. O Recheio, de consistência pastosa, é feito com rapaduras, farinha de mandioca, gengibre, cravo e canela. A capa do recheio é feita com farinha de trigo e farinha de mandioca. Muito comum nas feiras do interior.
Cartola – Duas ou três bananas fritas juntamente com queijo prato e, depois, salpicadas com açúcar e canela.
Chouriço – Doce de consistência pastosa, feito com sangue de porco, farinha de mandioca, rapaduras, banha, pimenta, coco, cravo, canela, erva-doce e farinha de castanha-de-caju assada.
Cocadas – Além do clássico doce de coco em tabletes, em Pernambuco também existem as chamadas cocadas de leite, de goiaba, de banana e da batata-de-umbu, esta um colorido doce em barra feito com raiz do umbuzeiro.
Doces – Entre os mais famosos doces em calda da culinária pernambucana, podemos destacar os de caju, goiaba, jaca, mamão, manga e pitanga.
Doce japonês – Também conhecido como quebra-queixo, é um doce de ponto apurado, à base de coco e de castanha de caju, vendido nas ruas num tabuleiro que o ambulante carrega na cabeça.
Mel-de-engenho – Mel feito da cana-de-açúcar, servido com fatias de queijo de coalho assadas, com rodelas de banana ou simplesmente misturado à farinha de mandioca.
Nego-bom - Doce feito com banana-prata, açúcar e limão. Batido até ganhar consistência que permita repartir em pequenos bolinhos sobre os quais é jogado mais açúcar.
Puxa-puxa – Doce de consistência elástica e pegajosa, feito com caldo-de-cana ou rapadura.
Rapadura – Doce mais popular no interior nordestino, é feito com a garapa da cana-de-açúcar fervida em grande tachos e mexida até ganhar consistência em forma de pequenos tijolos.
Rapadura-batida – É uma rapadura mais mole que a tradicional e temperada com cravo e canela.
TIRA-GOSTOS
Pequenos peixes fritos ou grelhados estão entre os tira-gostos mais apreciados pelos pernambucanos, sobretudo na região litorânea. Gotas de limão dão um toque todo especial.
Agulha frita – É um pequeno peixe abundante no litoral nordestino, consumido geralmente frito, bem sequinho, salpicado com gotas de limão.
Arrumadinho - Prato composto de feijão verde cozido e, depois, misturado, numa travessa, com carne-de-charque ou carne-de-sol cortada em pequenos pedaços, farinha de mandioca e tempero verde.
Bolinho de macaxeira - Bolinho frito, feito com purê de macaxeira e carne de charque desfiada, refogado com cebola e azeite.
Caldinho de feijão – Caldo de feijão comum ou feijão preto, com torresmo e uma azeitona, servido quente.
Caldinho de peixes – Caldo de peixada, servido quente
Carne de charque assada – Pedacinhos de carne de charque fritos, com tempero verde e farofa de jerimum.
Casquinho de Caranguejo – Refogado cremoso feito com carne de caranguejo desfiada e cozida ao leite de coco e tempero verde, servido no casco do crustáceo.
Torresmo – Petisco feito com a parte mais dura do toucinho, seca, partida em pequenos pedaços que são fritos com a própria banha.
Tripa assada – Pedaços de tripa de porco seca, assada e servida com farinha de mandioca. Duas ou três gotas de limão na hora de degustar.
Sarapatel – Prato preparado com sangue coagulado e miúdo de carneiro cortados em cubos de aproximadamente um centímetro, cozidos com temperos secos e verdes. Servido com gotas de limão e farinha de mandioca.
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David Mayk Rodrigues de Lima
sábado, 22 de novembro de 2008
25 ANOS DO TÍTULO DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL DA HUMANIDADE
Há 25 anos, Olinda recebia da UNESCO o seu famoso e importante título: Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. Após esse título, Olinda passou a fazer parte da lista de monumentos mundiais e figura ao lado de bens da humanidade como a Catedral de Notre-Dame, em Paris, o sítio arqueológico de Nemrut Dag, na Turquia, o Parque Nacional do Serengeti, na África,e a Cidade do Vaticano, entre outros 400 monumentos em todo o mundo.
Para homenagear a cidade, sua história, cultura e seu povo, a Prefeitura definiu que os 25 anos do título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade será o tema do Carnaval 2008
Para homenagear a cidade, sua história, cultura e seu povo, a Prefeitura definiu que os 25 anos do título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade será o tema do Carnaval 2008
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David Mayk Rodrigues de Lima
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POUSADA DO MOSTEIRO DE NOSSA SENHORA DO MONTE
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David Mayk Rodrigues de Lima
Igrejas,Capelas e Passos

Em Olinda convivem duas vocações de seu povo aparentemente conflitantes: a vocação religiosa e a vocação para a folia. Ambas, bem representadas. De um lado pelas dezenas de igrejas, muitas das quais várias vezes centenárias, que quase se comprimem no Sítio Histórico ou se distribuem por outras áreas do município, e por suas concorridas procissões. Do outro lado, pela efervescência que parece não ter fim do seu Carnaval, o maior do mundo. Além das igrejas, a religiosidade do povo de Olinda se manifesta em suas dezenas de capelas e nichos, os famosos "passos", cujos históricos, endereços e horários de visitação estão registrados a seguir.
IGREJAS
Igreja do Rosário dos Homens Pretos de Olinda
Largo do Bonsucesso, 45 - Bonsucesso
Construída na segunda metade do século XVII é a primeira igreja em Pernambuco a possuir irmandade formada por negros. O objetivo dos escravos e de alguns libertos era criar um referencial comum ao branco, adaptando-o às suas crenças originais e língua, pois, ao negro, não eram permitidos o acesso às igrejas dos brancos e a participação em associações, irmandades e confrarias. Em volta da igreja, os negros promoviam folganças denominadas Congos, uma tentativa de resgatar as festas religiosas da África. Em 1702, foi instalado um hospício na igreja idealizado pelo bispo Francisco de Lima. A finalidade era hospedar os missionários responsáveis pela catequese dos índios. Recentemente, em 1998, ao passar por restaurações, foram descobertas pinturas que imitam pedras preciosas e o marmorizado dos altares de madeira das igrejas mais ricas da cidade.
Horário: Segunda à sexta das 9h às 11h e aos sábados das 10h às 21h.
Igreja de São Sebastião
Rua 15 de Novembro, s/n° - Varadouro
F undada em 1686, na subida da Ladeira do Varadouro, a igreja foi construída com recursos do Senado e donativos populares. No final do século XVII, a igreja foi oferecida para sede da irmandade dos soldados, mas foi rejeitada, continuando a Câmara com o encargo de sua manutenção. Já em 1819 foi realizado um grande serviço de restauração e colocadas na fachada principal do templo as armas do Senado da Câmara, que são o globo e a cruz de São Salvador, o padroeiro da cidade. Em 1854 foi cedida à irmandade de Nossa Senhora do Bom Parto. Com o início da República, a igreja foi entregue, em definitivo, à Irmandade do Bom Parto.
Horário: Sábados às 15h, para visitas, e às 17h, para missa.

Igreja de São Salvador do Mundo
Alto da Sé
A Igreja de Nosso Senhor Salvador do Mundo foi a primeira construída no Brasil. Fundada em 1540, tinha sua estrutura inicial em madeira e taipa. A partir de 1584, começou a construção da nova igreja matriz com muitas capelas ao redor. Durante a invasão holandesa, serviu como templo protestante e teve sua estrutura danificada com o incêndio ateado pelo invasor. Depois da Restauração Pernambucana, começaram os trabalhos de reconstrução, passando os atos religiosos a serem realizados na Igreja de São João. Ainda no período de reconstrução, em 1676, foi elevada à categoria de bispado de Olinda sendo inaugurada somente em 1714. A mudança da sede do governo do bispado para o Palácio da Soledade provocou um movimento no sentido de transferir a catedral para o Recife.
Horário: Segunda à sexta-feira das 8h às 12h e das 14h às 17h.
Igreja de Nossa Senhora da Boa Hora
Rua da Boa Hora, s/n° - Amparo
E dificada em 1806, segundo escritura pública de doação de uma casa lavrada na cidade de Olinda por Bernardo Ferreira Viegas e sua mulher D. Elena Maria da Conceição, que também incorporava o referido imóvel ao patrimônio da capela de Nossa Senhora da Boa Hora. A data de 1807, registrada na fachada foi colocada em um dos sucessivos acréscimos que deram origem à atual igreja. No local onde está situada a capela existia um nicho dedicado à mesma padroeira, levantado em meados do século XVIII.
Horário: Missa às quintas-feiras, às 18h; visitas devem ser solicitadas na casa 207, vizinha à igreja.
Igreja e Convento de Santa Tereza
Localização: Avenida Olinda, 570 A - Santa Tereza
A Igreja e o Convento de Santa Tereza foram erguidos em meados de 1660, sob a invocação de Nossa Senhora do Desterro e ocupados pelas Carmelitas Descalças, expulsas em 1831. O estilo é barroco. Os altares da igreja ostentam requintadas talhas, com preciosas imagens dos séculos XVII e XVIII de santeiros pernambucanos. O frontispício é colonial, com uma torre simples e um nicho rebuscado acima da porta principal, abrigando a Santa Madre Tereza de Jesus. Acima do seu nicho, está colocado um brasão da ordem das Carmelitas Descalças. Hoje, o convento abriga um orfanato e o Colégio Santa Tereza.
Horário: Missa ao domingos
Igreja e Convento de Nossa Senhora da Conceição
Localização: Largo da Misericórdia, s/n° - Alto da Sé
O convento é um dos mais antigos do Brasil colonial. Foi abandonado no período da invasão holandesa e reconstruído por iniciativa do mestre-de-campo João Fernandes Vieira, passando a funcionar como casa religiosa de recolhimento para mulheres abandonadas. A Igreja de Nossa Senhora da Conceição tem como principal atração a histórica imagem barroca de Nossa Senhora da Conceição. A imagem possui uma riquíssima pintura em ouro e policromia com um pedestal formado por um bloco de anjos com a representação da Lua. O toque final da imagem é uma coroa de prata.
Horário: Abre de segunda à sexta-feira das 8h às 11h e da 14h às 16h.
Igreja de Nossa Senhora das Neves, Capela de São Roque e Convento de São Francisco
Localização: Ladeira de São Francisco, 280 - Carmo
O conjunto do Convento de São Francisco é formado pela Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque e o claustro de azulejos e sua magnífica sacristia. Começou a ser construído em 1585. É convento franciscano mais antigo do Brasil. A igreja foi incendiada pelos invasores holandeses no ano de 1631 e reconstruída ainda no século XVII. Em frente ao convento existe um cruzeiro trabalhado em pedra arenito retirada de nossos arrecifes. O forro da igreja tem com pinturas do século XVIII.
Horário: Segunda a sexta das 7h às 11h30 e das 14h às 17h; sábado das 7h às 12h; missas às terças-feiras, às 19h; sábado às 17h e domingo às 8h.
Basílica e Mosteiro de São Bento
Localização: Rua de São Bento, s/n° - Varadouro
O Mosteiro de São Bento é o segundo construído em terras brasileiras. Sua construção data do século XVI e possui uma característica peculiar que é a de ser São Bento, ao mesmo tempo, padroeiro da Abadia e do Mosteiro. O Mosteiro de São Bento não passou despercebido dos invasores holandeses e foi destruído pelos mesmos em 1631. Por esse e por outros motivos o Mosteiro não possui um estilo arquitetônico definitivo. A fachada da igreja é composta por um brasão e uma torre sineira do século XVIII. Destaca-se também o requintado altar-mor com arquivoltas do barroco brasileiro. Toda em madeira revestida em ouro, no trono principal do altar, encontra-se a imagem do patriarca São Bento. A sacristia conventual é a mais rica das igrejas de Olinda com elaboradas talhas douradas, espelhos de cristais e painéis, mostrando a vida penitente de São Bento. Suas portas são almofadadas em alto-relevo e emolduradas em pedra.
Horário: Visita das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h; sábado missa às 6h30 e às 18h.
Igreja e Mosteiro de Nossa Senhora do Monte
Localização: Praça Nossa Senhora do Monte, s/n° - Monte
A Igreja de Nossa Senhora do Monte é uma das mais antigas de Olinda. Construída em meados do século XVI, seu interior é rústico, não possuindo nada de barroco. É composto apenas de um altar-mor simples e um oratório que ostenta a imagem da padroeira Nossa Senhora do Monte. Na última década do século XVI, a igreja foi doada aos monges beneditinos.
Horário: Abre para ofícios.
Igreja de São Pedro Apóstolo
Localização: Praça João Alfredo, s/n° - Carmo
A Igreja de São Pedro Apóstolo tem sua construção posterior à restauração pernambucana, provavelmente, nos fins da metade do século XVII. Contudo, a instalação de sua irmandade na cidade de Olinda é anterior à construção de sua igreja, datando de 1711. Sabe-se, que inicialmente a irmandade de São Pedro Apóstolo se instalou na matriz de São Pedro Mártir, passando depois para a igreja de São Pedro Apóstolo. Hoje a irmandade inexiste, apesar de ter funcionado durante muito tempo na cidade.
Horário: Abre para missas em horário variados.
Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe
Localização: Praça Miguel Canuto, s/n° - Guadalupe
É uma das poucas igrejas da América do Sul sob invocação da padroeira do México. Foi construída pela devoção dos homens pardos libertos ou escravos da Vila de Olinda entre os aos de 1626 a 1629. Na época de sua construção, Portugal fazia parte do governo espanhol e talvez por isso a predileção pela santa da devoção espanhola. A igreja abriga até os dias de hoje, a irmandade de Nossa Senhora de Guadalupe, tendo servido também de sede à irmandade de Nossa Senhora do Bom Parto até 1854, quando foi transferida para a Igreja de São Sebastião.
Horário: Terças e sextas-feiras das 15h às 17h.
Igreja de São Sebastião
Localização: Rua 15 de Novembro, s/n° - Varadouro
No século XVII irrompe na América do Sul uma epidemia de febre amarela urbana chamada "Cólera Norbus", atingindo algumas cidades brasileiras e, entre elas, Olinda. O então governador João Fernandes Vieira ordenou que se fizesse uma procissão penitente a São Sebastião, para exterminar para sempre a peste. Em 1686 foi iniciada a construção da igreja dedicada ao mártir protetor contra a peste, a fome e a guerra. O interior é simples e seus altares não têm a exuberância do barroco, por ter passado por várias reformas. O altar principal ostenta a esplendorosa imagem do padroeiro, trazida de Portugal no século XVIII. A igreja é marcada pelo estilo colonial português.
Horário: Abre aos sábados para visitas às 15 hora; missa às 17h.
Igreja do Bom Jesus do Bonfim
Localização: Rua do Bonfim, s/n° - Carmo
A sua construção data de 1758, quando um morador da localidade, Pinheiro da Fontoura, pede permissão para fundar uma igreja dedicada ao Senhor do Bonfim. Merece atenção o altar-mor e as imagens da igreja.
Horário: Abre para missas em horários variados.
Igreja Santo Antônio do Carmo
Localização: Praça do Carmo - Carmo
P rimeira igreja da Ordem dos Carmelitas a ser construída em terras brasileiras, provavelmente, no período de 1580 à 1620. No século XVIII passou por restaurações. A fachada da Igreja do Carmo é em estilo colonial renascentista, com colunas, portas e janelas trabalhadas. O seu altar-mor contém três nichos: o central com a imagem barroca do seu padroeiro e os laterais, dedicados aos santos fundadores da Ordem dos Carmelitas, Santo Elias e Santo Eliseu. Nos corredores laterais do templo encontram-se vários altares com grandes quadros a óleo sobre madeira com imponentes molduras.
Igreja de São José dos Pescadores
Localização: Rua do Sol - Carmo
Conta-se que a imagem de São José foi encontrada por pescadores do lugar, onde foi levantada uma ermida. Em 1901, data da fachada, tornou-se Capela e, em 1936, foi novamente ampliada. No frontão, uma estrela do mar.
Horário: missas nas quintas-feiras, às 17h.
Igreja da Misericórdia
Localização: Alto da Misericórdia, s/n° - Amparo
A Igreja Nossa Senhora da Luz e a Santa Casa da Misericórdia foram construídas em 1540. Em 1630, a Igreja foi saqueada pelos holandeses e incendiada, mas foi restaurada em 1654. Contígua à Igreja está a Academia Santa Gertrudes, um colégio fundado em 1912, pela Associação de Instrutoras Missionárias. No interior da Igreja, há preciosidades em talha, como o púlpito e o forro.
Horário: todos os dias, das 11h45 às 12h30 e das 18h às 18h30.
Igreja São João Batista dos Militares
Localização: Rua da Saudade, s/n° - Amparo
A Igreja de São João batista de Olinda foi construída na segunda metade do século XVI. O interior é simples, conservando a capela e o altar-mor, onde se encontra o padroeiro São João Batista. O frontispício é muito sóbrio, com uma só torre e um interessante brasão acima da porta central.
Horário: missa às quintas-feiras, às 19h30.
Seminário de Olinda e Igreja de Nossa Senhora da Graça
Localização: Rua Bispo Coutinho, s/n° - Alto da Sé
C onjunto arquitetônico, formado pela Igreja de Nossa Senhora da Graça e pelo antigo Seminário, está no ponto mais alto de Olinda. Foi preservada até hoje a modulação clássica da Igreja de Nossa Senhora da Graça, que a transforma no maior e melhor testemunho da arquitetura jesuítica do século XVI no Brasil. Em 1535, Duarte Coelho fundou a ermida de N. Sra. da Graça para oferecer aos religiosos de Santo Agostinho. Esses, no entanto, não chegaram ao Brasil. Em seu lugar, vieram os jesuítas. A capela foi, então, doada ao padre Antônio Pires, que desembarcou em Olinda em 1551. A construção, inspirada na Igreja de São Roque, em Lisboa, é uma importante referência da arquitetura quinhentista. Castigado pelo incêndio da cidade, o colégio foi posteriormente reconstruído e reocupado pelos jesuítas. No arco da capela-mor, há uma inscrição com a data de 1661, provavelmente, a época da conclusão dos reparos. Com o banimento dos jesuítas, em 1760, o colégio foi abandonado e, posteriormente, doado à Mitra. Sob os cuidados do bispo D. Azeredo Coutinho foi transformado em seminário no princípio do século XIX.
Horário: abre de 2 a a 6 a feira, às 6h50 para missas e das 14h30 às 16h para visitação.
Igreja da Santa Cruz dos Milagres
Localização: Rua Santa Cruz dos Milagres - Milagres
Conta-se, que durante as missões realizadas na Sé de Olinda, em ano de dura seca, um pastor de gado recebeu uma mensagem divina revelando a localização de uma fonte de água doce. Em ação de graças, foi construída, por cima do olho d´água, uma capelinha. Outra versão relata que, durante a estiagem, um boi pastando encontrou água potável para saciar-lhe a sede. O povo considerou um milagre todo aquele manancial e construiu uma cacimba, para abastecer a cidade. As Missões foram transferindo-se para a cacimba do Milagre, onde uma cruz foi colocada. O local virou ponto de romaria.No entanto, as referências consistentes são muito escassas. Sabe-se, que em 1950, realmente foi edificado um cruzeiro em agradecimento ao surgimento da fonte de água potável. Uma capelinha foi construída no local, até que, em 1862, começou a ser erguida uma capela de porte regular, ao lado da cruz. Daí o nome do povoado que surgiu na região: Santa Cruz dos Milagres.
Hoje a Igreja mostra um frontispício simples, uma torre sineira e portal central. No altar-mor, encontram-se uma imagem de Nossa Senhora das Dores e um busto do Salvador do Mundo, ladeados por São José e Nosso Senhor. Existem, ainda, dois altares laterais, com as imagens de Nossa Senhora dos Milagres e de vários outros santos. A cacimba continua vertendo água, mas está abandonada.
Horário: Missa aos sábados, às 15h.
Igreja de Nossa Senhora do Amparo
Localização: Largo do Amparo, s/n° - Amparo
A primitiva Igreja de Nossa Senhora do Amparo foi fundada por rapazes solteiros e músicos , entre os anos de 1550 e 1560. Foi parcialmente destruída pelos holandeses em 1631. A data da fachada, 1644, marca sua reconstrução. Dois painéis de madeira compõem os altares laterais: à esquerda, o Cristo; à direita, a padroeira dos músicos, Santa Cecília. Sua última restauração, 1992, fez aflorar o colorido barroco de seus altares, acima do arco-cruzeiro, painel de azulejos franceses.
Horário: Abre para visita das 7h30 às 13h30. Missa aos domingos, às 17h
CAPELAS
Capela de São Pedro Advíncula
Localização: Rua 13 de Maio, s/n° - Varadouro
C onstrução iniciada por volta de 1764 com parte integrante do Aljube (cadeia eclesiástica), hoje Museu de Arte Contemporânea. Os presos dela se serviam para assistirem às missas. A capela possui duas divisões, uma para celebração e fiéis; outra posterior, servindo de sacristia. O estilo é colonial. No seu interior, um altar com talhas Dom João V e um belo quadro de São Pedro. O quadro de São Pedro representa "Ele na prisão e um anjo tira-lhe as algemas, libertando-o".
Capela de Santa Ana do Engenho Fragoso
Localização: antigo Engenho Fragoso - Cidade Tabajara
Localizada na Base Rural de Olinda, na estrada que vai até Paulista, a capela é posterior à construção do engenho. A propriedade foi, provavelmente, um presente de Jerônimo de Albuquerque (cunhado do 1 o . donatário de Pernambuco), à sua filha Joana de Albuquerque, na ocasião de seu casamento com Álvaro Fragoso, fidalgo de Portugal. Somente por volta do século XIX, a Igreja de Santa Ana é mencionada. No frontispício das atuais ruínas na igreja, está gravada a data de 1845, que sugere uma reforma naquele ano. No século XX, a propriedade perdeu totalmente seu caráter produtivo e a capela foi abandonada. Após reformas empreendidas no século XX, a igreja possuía portada de estilo neoclássico e frontão eclético. A capela manteve-se funcionando, mesmo de forma precária, até a venda do Engenho, em 1951. No local, foi construído um núcleo de casas populares: a Vila Cidade Tabajara. Os últimos resquícios do antigo engenho são as ruínas do antigo forno de cal e o que restou da capela, que conserva ainda os traços singelos, que marcam uma época.
PASSOS DE OLINDA
Os passos são pequenas capelas em alvenaria, construídas entre 1773 e 1809. Abrem durante a Quaresma, para a Procissão dos Passos, que é uma reconstituição do caminho do Senhor até o Calvário. No interior dessas capelas, há apenas um pequeno altar, onde são colocadas as imagens do Senhor dos Passos em procissão. Também chamados de nichos, os Passos de Olinda têm, certamente, origem colonial. São eles:
Passo da Sé - É o primeiro no roteiro da procissão. Está localizado na Rua Bispo Coutinho, no Sítio Histórico de Olinda. Esse nicho é dotado de uma porta almofadada, adornada com volutas e arabescos. A imagem representa o Senhor do Monte das Oliveiras, esculpida em madeira de cedro, em estilo barroco. Avalia-se que a imagem seja do século XIX. Foi construído em 1809.
Passo do Amparo - É o segundo passo da procissão. Localizado dentro da Igreja do Amparo. Nele, acontece o encontro com Nossa Senhora. Data de 1773.
Passo dos Quatro Cantos - Lá, encontra-se o Nosso Senhor Sentado na Pedra Fria, imagem do século XIX, de procedência desconhecida. É o terceiro no roteiro da procissão. Construído em 1773.
Passo da Ribeira - Situado na Avenida Bernardo Vieira de Melo, representa o Senhor carregando a Cruz (1773). Lá está a Imagem de Nosso Senhor do Bom Jesus dos Passos, de procedência portuguesa, provavelmente do século XVIII.
Passo do Senhor Apresentado ao Povo - Com o duplo nome de Passo do Senhor Apresentado ao Povo e Passo do Castelhano, data de 1733. O pequenino nicho que fica na esquina da Rua 27 de Janeiro e abre todos os anos para a procissão do Senhor dos Passos. Possui a Imagem do Nosso Senhor Atado, provavelmente do início do século XIX, de procedência desconhecida. Em cada Passo, durante a Procissão, o andor simula uma queda, e, no 5 o . Passo, ele declina mais duas vezes, para completar as sete quedas.
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David Mayk Rodrigues de Lima
Ateliês

1. Bagulhadores do Mió e CICA
Reciclagem criativa e instrumentos musicais.
Rua Porto Seguro, 186, Carmo. F: 3494 0781
2 . Badida, Ana Cavalcanti e Simone Souto Maior
Óleo e acrílica sobre tela e eucatex, escultura e cerâmica
Rua Porto Seguro, 131, Carmo. F: 3427 9910
3. Juliana Calheiros e Maria Chaves
Acrílica sobre vários suportes e fotografia.
Rua de São Bento, 358, Varadouro. F: 3429 1358
4. Marise Cirne, Luciana Câmara e Virgínia Neves
Porcelana e técnica mista.
Rua Bernardo Vieira de Melo, 24, Varadouro. F: 3429 6566
5. Elias Sultanum
Imagens barrocas em madeira.
Rua Bernardo Vieira de Melo, 34, Varadouro. F: 3429 0706
6. Emanuel Suplínio e Fernando José
Acrílica sobre tela com as mãos e pincel.
Rua Prudente de Morais, 451, Carmo. F: 9934 0387
7. Ana Falcão e Cosete Câmara
Acrílica sobre tela e eucatex.
Rua Prudente de Morais, 444, Carmo. F: 3493 5322
8. Juliana Notari e Renata Notari
Técnica mista (objeto).
Rua Prudente de Morais, 368, Carmo. F: 3429 2593
9. Paulo Costa e P. Gustavo
Escultura em madeira e pedra e óleo sobre tela.
Rua Prudente de Morais, 339, Carmo. F: 3439 2257
10. Anderson
Óleo sobre tela.
Rua Prudente de Morais, 312, Carmo. F: 3429 3497
11. Adolfo
Esculturas em madeira e em pedra
Rua Prudente de Morais, 270, Carmo. F: 3439 4453
12. Tânia Carneiro Leão
Acrílica sobre tela ou duratex.
Rua Prudente de Morais, 281, Carmo.F:3429 0549
13. Ateliê Prudente 212 (Inez Azoubel, Rê Rodrigues e Rosali Leão)
Técnica mista.
Rua Prudente de Morais, 212, Carmo. F: 3439 8569
14 . Lula
Tinta latex sobre tela e colagem.
Rua Alto do Bonfim, 48, Carmo.F: 3439 8840
15. Sé 171 (Ângela Poluzzi, Anne, Ana Veloso, George Barbosa,
Ismael Caldas e Sônia Malta)
Cerâmica esmaltada, acrílica e óleo sobre tela, papel e eucatex .
Ladeira da Sé, 171, Carmo. F: 9182 1868
16. Roberta Amorim
Pintura em cerâmica e acrílica sobre tela.
Rua 27 de Janeiro, 101, Carmo. F: 9619 3667
17. Ivonaldo
Acrílica sobre tela.
Rua 27 de janeiro, 133, Carmo. F: 3429 1983
18. Flávia Giroflai e Lia Letícia
Técnica mista.
Rua 10 de Novembro, 86, Carmo. F: 9148 9690
19. João do Barro
Escultura em mármore, resina e ferro
Rua Manoel Borba, 457, Carmo. F: 3439 1982
20 . Valin Branco
Escultura em madeira.
Rua Manoel Borba, 301, Carmo. F: 3439 6336
21. Fernando Azevedo
Òleo sobre tela.
Rua Maria Adalgiza Ferreira de Castro, 89, Umuarama. F: 3439 1264
22. Espaço de Arte Sacra (Newton Alves, Timóteo e Giovanna Mirella)
Escultura em gesso policromada e óleo sobre tela.
Rua Maria Adalgisa Ferreira de Castro, 173,Umuarama. F: 3429 6852
23. Peregrino, Álvaro Caldas e Samico
Óleo, acrílica e xilogravura.
Rua 15 de Novembro, 119, Varadouro. F: 3439 9601
24. C. Amaral
Óleo sobre tela
Rua 15 de Novembro, 134, Varadouro. F: 3429 0599
25. Raul Córdula
Acrílica sobre tela.
Rua 15 de Novembro, 155, Varadouro. F: 3439 9631
26. Ateliê 184 (Marília Lacerda, Marisa e Maritza Lacerda)
Escultura em papel marchê, óleo e acrílica sobre tela e material marinho.
Rua de São Bento, 184, Varadouro. F: 3429 2721
27. Lucas
Óleo sobre tela.
Rua de São Bento, 233, Varadouro. F:3439 3106
28. Thomas Baccaro
Fotografia.
Rua de São Bento, 239, Varadouro. F: 3429 0869
29. Ypiranga Filho, José Barbosa, Lourenço Ypiranga Neto e Anna Brotto .
Gravura, escultura, acrílica sobre tela, cerâmica e aquarela.
Rua de São Bento , 247, Varadouro. F: 9965 1903
30. Joana Gatis
Acrílica sobre tela.
Rua 13 de maio, 15, Varadouro. F: 3429 9911
31. Mariza Varella
Escultura em mármore, resina e ferro
Rua 13 de maio, 25, Varadouro. F: 3052 2044
32. Eduardo Araújo e Roberto Ploeg
Óleo sobre tela.
Rua Henrique Dias, 176, Varadouro. F: 3429 0638
33 . Gina
Óleo sobre tela.
Rua Henrique Dias, 145, Varadouro. F: 3493 5060
34. Fernando Peres
Técnica mista.
Rua Henrique Dias, 122, Varadouro. F: 9989 7667
35. Pedro Dias
Óleo e acrílica sobre tela.
Rua 13 de maio, 194, Varadouro. F: 3429 0937
36. Petrônio Cunha
Recorte em película plástica autocolante sobre chapa de PVC
Rua da Boa Hora, 210, Varadouro. F: 3429 0059
37. Demétrio, Nino Ferreira e Zeferino
Esculturas e pinturas.
Rua 13 de Maio, 279, Varadouro. F: 3429 3615 / 3439 2948 / 9994 4490
38. Leide Melo
Papel Colê.
Rua 13 de Maio, 311, Varadouro. F: 3429 3535
39. Zé Som e Jacira Lucena
Acrílica sobre tela com as mãos e cerâmica.
Rua Prudente de Morais, 483, Carmo. F: 3429 7795
40. Aloma Bandeira
Óleo e acrílica sobre tela.
Rua do Amparo, 11, Amparo. F: 3429 0342
41. Ticiana Campos
Escultura em epóxi e acrílica.
Rua do Amparo, 33, Amparo. F: 3427 9910
42 . J. Calazans
Acrílica sobre tela
Rua do Amparo, 32, Amparo. F: 3439 6623
43. A Casa dos Bonecos Gigantes (Sílvio Botelho)
Bonecos gigantes em papel.
Rua do Amparo, 45, Amparo. F: 3439 2443
44. Diana Carolina
Arte em tecido.
Rua do Amparo, 97, Amparo. F: 3494 8087
45. BGJA (Bethy Gatis, Jairo Arcoverde, Leonardo Arcoverde e Marisa Gatis)
Acrílica sobre tela, cerâmica e estamparias.
Rua do Amparo, 135, Amparo. F: 3429 3479
46. Bajado ( in memorian) e Deda
Acrílica sobre eucatex
Rua do Amparo, 186, Amparo. F: 3429 6840
47. Iza do Amparo, Catarina Aragão e Paulo do Amparo
Técnica mista, acrílica sobre tecido e fotografia
Rua do Amparo, 159, Amparo. F: 3429 2357
48 . Vilanova
Óleo sobre tela
Rua do Amparo, 224, Amparo. F: 3439 7629
49. Tereza Costa Rêgo
Acrílica sobre madeira.
Rua do Amparo, 242, Amparo. F: 3429 2008
50. Cecinha
Acrilex e verniz sobre palha de palmeira imperial.
Rua do Amparo, 285, Amparo. F: 3429 6119
51. Roberto Lúcio e Marina Mendonça
Objetos em cerâmica, couro, fio de aço, trapo e madeira.
Rua do Amparo, 293, Amparo. F: 3429 2141
52 . Byll di Olinda e Sandra Aguiar
Acrílica sobre tela.
Rua Cel. Joaquim Cavalcante, 555, Amparo. F: 3493 1805
53. Marcílio Fernandes
Acrílica sobre eucatex
.Rua São João, 400, Amparo. F: 9951 1163
54. Carlos Alberto Muniz
Acrílica sobre tela.
1ª Travessa da Saudade, 121, Guadalupe. F: 3493 3283
55. Sandro Maciel
Acrílica sobre tela.
2ª Travessa da Saudade, 83, Guadalupe. F: 3439 2792
56. Roberto Correia
Acrílica sobre tela.
Avenida da Saudade, 1016, Guadalupe. F: 3493 4976
57. Augusto Ferrer e Luciana Padilha
Escultura e técnica mista.
Estrada do Bonsucesso, 246, Bonsucesso. F: 3439 7315
58. Regina Carvalho e Beta Ferralc
Óleo sobre tela, aquarela e bico-de pena.
Praça Alexandre Rodrigues Senna, 360, Bonsucesso. F: 3439 1844
59. Tibá (Alcindo Queiroz)
Técnica mista
Rua Dom Bonifácio Jansen, 399, Bonsucesso. F: 3439 3185
60. Zelita Rocha
Óleo sobre tela, escultura em pedra e painéis.
Rua Benedito Marinho de Araújo, 52, Bonsucesso. F: 3052 2748
61. Pedro Índio
Escultura em mármore
Rua Mário Melo, 14, Bonsucesso. F: 3439 9882
62. Roberto Vieira da Cunha
Acrílica sobre eucatex.
Rua Dom Bonifácio Jansen, 454, Bonsucesso. F: 3439 9969
63. Gildo Júnior
Técnica mista .
Rua Alto do Monte, 40, Bonsucesso. F: 3088 6286
64. Guita Charifker
Aquarela.
Rua Saldanha Marinho, 206, Amparo. F: 3429 1758
65. Humberto Rodrigues e Taís Negromonte
Acrílica sobre tela e tecido.
Rua Saldanha Marinho, 198, Amparo. F: 3429 4115
66. Maria Carmen
Técnica mista, pintura e escultura.
Rua Saldanha Marinho, 196, Amparo. F: 3429 2914
67. Luciano Pinheiro
Acrílica sobre tela, gravura impressa e aquarela sobre papel.
Rua Bispo Coutinho (Alto da Sé), 828, Carmo. F: 3429 0232
68. 3 Galeras (Baby Sills, Júlio Holanda, Marcos Amorim, Tiago Amorim e Sylvia Pontual)
Patchwork, óleo e acrílica sobre tela, eucatex, duratex e papel.
Rua Bispo Coutinho (Alto da Sé), 783, Carmo. F: 3053 0792
69. Mão de Veludo (França e Sil)
Livros manufaturados.
Rua Alto da Bela Vista, 195, Amaro Branco. F: 3493 4880
70. Vera Guimarães
Pintura em tapeçaria e objetos em papel marchê.
Rua de São Francisco, 216, Carmo. F: 3439 2323
71. Paulinho d'Olinda, Maria Dalva e Melita
Óleo sobre eucatex, tela e papel, aquarela e estamparias
Rua de São Francisco, 81, Carmo. F: 3429 3160
72. Edy Valença - contemporâneo em telas com tinta acrílica e técnica mista
Rua Bernardo Vieira de Melo, 157, Quatro Cantos, Olinda
Atendimento: todos os dias, das 9h às 18h
Fone: 3493.9740 / 9952.4506
Rua de São Francisco, 81, Carmo. F: 3429 3160
email: edyvalenca@oi.com.br
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David Mayk Rodrigues de Lima
Circuitos das Artes

Olinda sempre foi considerada como o verdadeiro celeiro das artes do Nordeste. Não só da arte expressa em suas ricas manifestações folclóricas e culturais, mas também de poetas e artistas plásticos de várias tendências. São centenas de entalhadores, ceramistas, pintores, escultores e bonequeiros, que se instalaram nas ruas e ladeiras da Cidade Alta e seu entorno em busca da clara harmonia entre a natureza e a obra em pedra e cal, que tanto caracteriza a cidade.
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David Mayk Rodrigues de Lima
Museus Olindenses
Museu de Arte Contemporânea - O prédio do século XVIII, que abriga hoje o Museu de Arte Contemporânea, foi projetado para abrigar o cárcere da Diocese. Lá ficavam recolhidos homens e mulheres acusados de delitos contra a religião católica.
Edificação de caráter religioso, obedece, porém, aos padrões da arquitetura oficial no Brasil, com origem no Reino de Portugal. Construção pesada, com janelas de grades de ferro e molduras em pedra. Ao meio das janelas está o Brasão de Armas do Bispo de Pernambuco. Uma escada externa com pedra de cantaria, proveniente dos arrecifes do litoral pernambucano, leva ao segundo pavimento.
Desde 1966, é monumento tombado, que abriga o Museu de Arte Contemporânea com um grande acervo permanente, do qual fazem parte coleções completas de Assis Chateaubriand, Salão dos Novos, Obras Isoladas, Salão Moderno, Abelardo Rodrigues, Dorian Gray, Helenos, Hilton de Gravuras, José Telles Jr, Vicente do Rego Monteiro, Portinari, entre outros. O museu promove, ainda, uma programação cultural intensa com apresentações folclóricas constantes, cursos, palestras e mostras temporárias.
Localização: R. 13 de Maio, 149 - Varadouro
Fone: 3429.2587
Horário: Terça a sexta - 08h às 18h, Sábado e domingo - 14h às 17h30
Museu Regional de Olinda - Organizado, em 1935, em comemoração à chegada de Duarte Coelho a Pernambuco, é um museu mantido numa parceria do município com o Estado.Reúne móveis, imagens, painéis, peças de grande valor histórico, como o brasão do Senado da Câmara de Olinda e peças de Arte Sacra, incluindo um altar que pertenceu à antiga Sé de Olinda, antes de sua reforma em 1711. O museu está instalado num bonito sobrado que remete, junto com seu entorno, à Olinda de 1700.
Localização: Rua do Amparo, 128 - Amparo
Museu de Arte Sacra (MASP) - Outrora Casa da Câmara do Senado de Olinda, depois Palácio Arquiepiscopal, o prédio hoje abriga a rica arte religiosa de Pernambuco. Construído antes da chegada do primeiro bispo, em 1676, tendo sido reconstruído no século XIX. O Palácio possui ainda dois torrões primitivos, as doze janelas do pavimento superior, construído depois, com balcões de madeira, ao estilo do século XVIII.
O acervo fixo do MASP partiu de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, sendo, posteriormente, enriquecido. Hoje, reúne peças religiosas do século XVI ao atual, incluindo importantes exemplares de arte popular contemporânea.
O museu desenvolve, atualmente, uma programação movimentada, com cursos, palestras e mostras que acompanham o ciclo litúrgico e o calendário religioso. No térreo, estão expostos painéis fotográficos que documentam a história, evolução e paisagem de Olinda.
Localização: R. Bispo Coutinho, 726 - Alto da Sé
Fone: 3429.0032
Visitação: terça a sexta, 8h às 12h e 14h às 18h - sábado e domingo, 14h às 17h30
Museu do Mamulengo - Fundado em 1995, o Museu do Mamulengo - Espaço Tiridá é um local artístico e lúdico que oferece ao público um mundo habitado pelos mais diferentes bonecos. O museu funciona, na rua de São Bento, 344, no Sítio Histórico de Olinda. A casa possui um acervo de mais de 1.500 bonecos, sendo alguns do séxulo XVIII.
O espaço também tem sete salas para exposição, além de auditório para 50 pessoas, sala de aula, biblioteca, área para oficina e jardim. O Museu do Mamulengo - Espaço Tiridá funciona realizando exposições sazonais e temáticas, graças ao vasto número de bonecos que fazem parte do acervo. As exposições são organizadas em conformidade com a época do ano e até pelos visitantes que agendem idas prévias ao local.
Museu do Mamulengo – Espaço Tiridá
Rua do São Bento, 344.
Horário de Funcionamento do Museu: das 9 às 17h, (menos segunda-feira).
Entrada: RS 1,00 / grátis para escolas públicas.
Espaço Ciência - O Espaço Ciência é um dos maiores museus interativos de divulgação cientifica do país, onde o visitante pode explorar o mundo da ciência de forma agradável e divertida. Localizado em uma área privilegiada de 120 mil m², próxima ao mar e na porta de entrada de Olinda, abriga um manguezal natural de rara beleza. O Espaço Ciência também conta com dois observatórios astronômicos localizados fora da sua sede, um na Torre Malakoff, Recife Antigo e outro no Alto da Sé, Olinda.
Através de exposições permanentes e itinerantes em diversas áreas, o Espaço Ciência atende diariamente escolas e público em geral. Numa concepção de educação que vai além dos limites da sua sede, o museu promove eventos, cursos, oficinas, feiras e encontros de ciências em escolas, shoppings, universidades, parques, hospitais e até nas ruas, atraindo um grande público.
A intenção é divulgar a produção científica nas escolas, capacitar professores e envolver comunidades, tratando de assuntos de interesse geral ou de temas atualizados em ciência, tecnologia e meio ambiente.
Espaço Ciência
Complexo de Salgadinho s/n - Parque 2
Fone: (81) 3424-8704 / 3301.6154
Horário de visitação: segunda a sexta-feira, das 8 – 12h e das 13 – 17h – sábado e domingo, das 13h30 – 17h
Entrada: R$ 5,00 (R$ 2,50 estudante)
Museu Severina Paraíso da Silva (Mãe Biu) – É o primeiro museu de candomblé de Pernambuco. Reflete a trajetória histórica do terreiro Santa Bárbara Nação Xambá. Seu acervo é composto por máscaras, textos, louças, objetos pessoais, instrumentos musicais e fotografias retratando fatos notáveis e personagens marcantes da história da Nação Xambá.
Museu Severina Paraíso da Silva (Mãe Biu)
Rua Severina Paraíso da Silva, 65, São Benedito
Horário de funcionamento: 9 – 11h30, 14 – 17h (diariamente)
Entrada: R$ 1,00
Edificação de caráter religioso, obedece, porém, aos padrões da arquitetura oficial no Brasil, com origem no Reino de Portugal. Construção pesada, com janelas de grades de ferro e molduras em pedra. Ao meio das janelas está o Brasão de Armas do Bispo de Pernambuco. Uma escada externa com pedra de cantaria, proveniente dos arrecifes do litoral pernambucano, leva ao segundo pavimento.
Desde 1966, é monumento tombado, que abriga o Museu de Arte Contemporânea com um grande acervo permanente, do qual fazem parte coleções completas de Assis Chateaubriand, Salão dos Novos, Obras Isoladas, Salão Moderno, Abelardo Rodrigues, Dorian Gray, Helenos, Hilton de Gravuras, José Telles Jr, Vicente do Rego Monteiro, Portinari, entre outros. O museu promove, ainda, uma programação cultural intensa com apresentações folclóricas constantes, cursos, palestras e mostras temporárias.
Localização: R. 13 de Maio, 149 - Varadouro
Fone: 3429.2587
Horário: Terça a sexta - 08h às 18h, Sábado e domingo - 14h às 17h30
Museu Regional de Olinda - Organizado, em 1935, em comemoração à chegada de Duarte Coelho a Pernambuco, é um museu mantido numa parceria do município com o Estado.Reúne móveis, imagens, painéis, peças de grande valor histórico, como o brasão do Senado da Câmara de Olinda e peças de Arte Sacra, incluindo um altar que pertenceu à antiga Sé de Olinda, antes de sua reforma em 1711. O museu está instalado num bonito sobrado que remete, junto com seu entorno, à Olinda de 1700.
Localização: Rua do Amparo, 128 - Amparo
Museu de Arte Sacra (MASP) - Outrora Casa da Câmara do Senado de Olinda, depois Palácio Arquiepiscopal, o prédio hoje abriga a rica arte religiosa de Pernambuco. Construído antes da chegada do primeiro bispo, em 1676, tendo sido reconstruído no século XIX. O Palácio possui ainda dois torrões primitivos, as doze janelas do pavimento superior, construído depois, com balcões de madeira, ao estilo do século XVIII.
O acervo fixo do MASP partiu de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, sendo, posteriormente, enriquecido. Hoje, reúne peças religiosas do século XVI ao atual, incluindo importantes exemplares de arte popular contemporânea.
O museu desenvolve, atualmente, uma programação movimentada, com cursos, palestras e mostras que acompanham o ciclo litúrgico e o calendário religioso. No térreo, estão expostos painéis fotográficos que documentam a história, evolução e paisagem de Olinda.
Localização: R. Bispo Coutinho, 726 - Alto da Sé
Fone: 3429.0032
Visitação: terça a sexta, 8h às 12h e 14h às 18h - sábado e domingo, 14h às 17h30
Museu do Mamulengo - Fundado em 1995, o Museu do Mamulengo - Espaço Tiridá é um local artístico e lúdico que oferece ao público um mundo habitado pelos mais diferentes bonecos. O museu funciona, na rua de São Bento, 344, no Sítio Histórico de Olinda. A casa possui um acervo de mais de 1.500 bonecos, sendo alguns do séxulo XVIII.
O espaço também tem sete salas para exposição, além de auditório para 50 pessoas, sala de aula, biblioteca, área para oficina e jardim. O Museu do Mamulengo - Espaço Tiridá funciona realizando exposições sazonais e temáticas, graças ao vasto número de bonecos que fazem parte do acervo. As exposições são organizadas em conformidade com a época do ano e até pelos visitantes que agendem idas prévias ao local.
Museu do Mamulengo – Espaço Tiridá
Rua do São Bento, 344.
Horário de Funcionamento do Museu: das 9 às 17h, (menos segunda-feira).
Entrada: RS 1,00 / grátis para escolas públicas.
Espaço Ciência - O Espaço Ciência é um dos maiores museus interativos de divulgação cientifica do país, onde o visitante pode explorar o mundo da ciência de forma agradável e divertida. Localizado em uma área privilegiada de 120 mil m², próxima ao mar e na porta de entrada de Olinda, abriga um manguezal natural de rara beleza. O Espaço Ciência também conta com dois observatórios astronômicos localizados fora da sua sede, um na Torre Malakoff, Recife Antigo e outro no Alto da Sé, Olinda.
Através de exposições permanentes e itinerantes em diversas áreas, o Espaço Ciência atende diariamente escolas e público em geral. Numa concepção de educação que vai além dos limites da sua sede, o museu promove eventos, cursos, oficinas, feiras e encontros de ciências em escolas, shoppings, universidades, parques, hospitais e até nas ruas, atraindo um grande público.
A intenção é divulgar a produção científica nas escolas, capacitar professores e envolver comunidades, tratando de assuntos de interesse geral ou de temas atualizados em ciência, tecnologia e meio ambiente.
Espaço Ciência
Complexo de Salgadinho s/n - Parque 2
Fone: (81) 3424-8704 / 3301.6154
Horário de visitação: segunda a sexta-feira, das 8 – 12h e das 13 – 17h – sábado e domingo, das 13h30 – 17h
Entrada: R$ 5,00 (R$ 2,50 estudante)
Museu Severina Paraíso da Silva (Mãe Biu) – É o primeiro museu de candomblé de Pernambuco. Reflete a trajetória histórica do terreiro Santa Bárbara Nação Xambá. Seu acervo é composto por máscaras, textos, louças, objetos pessoais, instrumentos musicais e fotografias retratando fatos notáveis e personagens marcantes da história da Nação Xambá.
Museu Severina Paraíso da Silva (Mãe Biu)
Rua Severina Paraíso da Silva, 65, São Benedito
Horário de funcionamento: 9 – 11h30, 14 – 17h (diariamente)
Entrada: R$ 1,00
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Mercados públicos

Mercado da Ribeira
Localização: Rua Bernardo Vieira de Melo, s/n° - Ribeira
O Mercado da Ribeira foi construído no final do século XVII e início do século XVIII. A edificação é característica do Brasil colonial: piso em tijolaria, dois alpendres com pilastras e um batente em pedra portuguesa.O mercado foi restaurado no estilo original e nele funcionam várias galerias de artesanatos, oficinas de entalhadores, gravuras e pinturas.
Mercado Eufrásio Barbosa
Localização: Praça do Varadouro, s/n° - Varadouro
Funciona no prédio da antiga fábrica de doces Amorim Costa, fundada em 1865. Em 1979, o imóvel foi desapropriado pela Prefeitura de Olinda e reformado para abrigar o Mercado e o Teatro Fernando Santa Cruz.
Horário: Segunda a sábado, das 7h às 18h. Lojas de artesanato abrem às 9h
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